Programação

Confira os resumos das apresentações na programação.

10/09
10H - 19H | Oficinas

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11/09
Manhã | Visitas técnicas

AquaRio ou trilha para o Pão de Açúcar e visita ao Museu de Ciências da Terra

14H

Início do credenciamento

16H - 18H | Auditório

Mesa redonda "Museu Nacional e os 200 anos de museus de ciências no Brasil"

participantes
Coordenação:
José Ribamar Ferreira (ABCMC)
Participantes:
Alexander Kellner (Museu Nacional / UFRJ)
Vera Mangas (IBRAM)
Ildeu de Castro Moreira (SBPC)
Luciane Gorgulho (BNDES)
18H

Solenidade de Abertura

19H

Coquetel de abertura

12/09
9H - 10H30 | Auditório

Mesa redonda "Centros e museus de ciências em sociedades em rede"

participantes
Coordenação:
Luisa Massarani (Museu da Vida)
Participantes:
Ricardo Abramovay (USP)
Luis Marcelo Mendes (Jornalista)
Ennio Candotti (Museu da Amazônia)
10H30 - 11H | Coffee break

Apresentação de pôsteres

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10H30 - 11H | Coffee break
Pôsters

Apresentação de pôsteres

Memória material da Estação Ciência: organização e tratamento de documentos históricosresumo
Alessandra Fernandes Bizerra, Martha Marandino, Beatriz de Castro, Cecília Toloza, Christiane Izumi Yamamoto, Cibele Monteiro da Silva

Este projeto visa a organização de materiais documentais da Estação Ciência, órgão da Universidade de São Paulo, que teve suas ações desativadas em 2016. Proposto pelo Parque CienTec e pelo Centro de Preservação Cultural (CPC), busca garantir a constituição e disponibilização de um acervo de grande importância na história dos centros e museus de ciências do país. Os documentos textuais, imagens, livros, jogos, entre outros materiais históricos remanescentes, foram armazenados no Parque CienTec em espaços não destinados à preservação de acervos, em caráter provisório. Assim, para que possam ser arquivados adequadamente e disponibilizados ao público, são necessários os processos de seleção, higienização e organização. Após este trabalho de sistematização, o acervo poderá ser disponibilizado para consulta pública e constituir um futuro centro de memória da Estação Ciência.

RECITE – REde de CIência e TEcnologia do Maranhão, navegar é preciso (RECITE – Maranhão)resumo
Anna Paula Araújo Pereira , Carlos Wagner Costa Araújo, Jhonatan Uelson Pereira Sousa de Almada, Marcos Antonio Pinto Ribeiro, Ricardo Ferreira

Este trabalho é resultado de um projeto de formação continuada de professores em elaboração de projetos científicos e culturais, desenvolvido pelo Instituto de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão - IEMA, através da sua Rede de Ciência e Tecnologia - RECITE. Esta é composta por 23 municípios do estado e tem procurado expandir suas ações em popularizar a ciência e a tecnologia . A discussão proposta é resultado dessa formação, que até o presente momento chegou a 150 professores, em 05 municípios. Na formação foi utilizada a metodologia baseado na investigação. A análise dos dados coletados serviu para monitorar, avaliar e mapear as ações do período pós formação. Os resultados mostram como estão sendo desenvolvidos os projetos extra sala de aula, o que é impactante para a educação do Maranhão.

Controvérsia como meio para trabalhar o ensino pela abordagem CTSA na parceria entre museu e escolaresumo
Cynthia Iszlaji, Fernanda P. Ricci, Karina de M. D. Sanita, Adriano D. de Oliveira, Glaucia C. Inglez, Luciana M. Monaco

Este trabalho apresenta uma proposta de ação educativa que buscou trabalhar um tema controverso, a vacina contra HPV, com alunos do ensino médio integral de escolas públicas. A ação consiste em quatros encontros presenciais: apresentação da ideia de controvérsia científica; mapeamento da controvérsia escolhida; visita à exposição temporária Conhecendo o HPV por dentro e por fora no Museu de Microbiologia do Instituto Butantan; e debate utilizando a estratégia role playing, no qual os alunos personificam os diferentes atores sociais envolvidos na controvérsia. Até o momento foram realizados três encontros, sendo que os alunos têm mostrado grande envolvimento e interesse pelas atividades. Dessa forma, acreditamos que o formato proposto pode ser muito enriquecedor para a compreensão que os alunos têm sobre o que é uma controvérsia científica e ajudar em futuras tomadas de decisões.

Percepção dos discentes do curso de licenciatura em Educação do Campo sobre atividade proposta pelo Museu de Solos do Brasilresumo
Carlos Wagner Rodrigues do Nascimento, Fabiana Loureiro dos Reis, Fabiana de Carvalho Dias Araújo, João Felipe da Silva Gonçalves, Gabriela Pinto Guedes, Carolina Almada Gomes de Oliveira, Clarice de Oliveira

Os Museus de Solos são importantes para o ensino, pois são espaços onde o visitante tem a oportunidade de observar amostras de perfis de solos procedentes de diferentes ambientes, além de debater sobre a importância do solo para a sociedade, assim como suas fragilidades. Desta forma, o entendimento dessas características pode ajudar na conscientização ambiental do público, sensibilizando-o para promover a conservação deste bem. O objetivo deste trabalho é relatar a experiência de uma visita guiada no Museu de Solos do Brasil, localizado na UFRuralRJ, com discentes do curso de Licenciatura em Educação do Campo, curso este pertencente à mesma universidade. Os discentes puderam relacionar o que aprenderam durante as atividades com disciplinas na área de agroecologia. E estes demonstraram interesse em retornar ao museu para outras atividades.

Educação ambiental no Museu de Ciências da Terra Alexis Dorofeef, Viçosa, Minas Geraisresumo
Cristine Carole Muggler, Yara Maris Garcia, Igor Dodico Fernandes Soares

O Museu de Ciências da Terra Alexis Dorofeef tem como foco a ação educativa no tema Solos, buscando ampliar a percepção pública e a valorização desse componente ambiental. O seu Programa de Educação em Solos e Meio Ambiente é baseado em uma proposta político pedagógica socioconstrutivista de base Freiriana e desenvolve um conjunto amplo de ações de educação ambiental. Estas incluem oficinas e minicursos de temas relacionados a solos e meio ambiente, cursos anuais para professores da educação básica, exposições itinerantes e projetos temáticos de abordagem de solos, além do Espaço “Proibido não Tocar”, interativo de solos, na exposição de longa duração. O MCTAD é uma referência para as comunidades escolares e públicos diversos em Viçosa e na região, contribuindo efetivamente na ampliação da percepção das pessoas em relação ao solo e ao meio ambiente.

Proposição de métodos de ensino em ciências através do uso de coleções entomológicasresumo
Gabriel de Almeida Guimarães Passos, Lucia Helena Pralon de Souza; Jane Margaret Costa de Frontin Werneck

A proposição de métodos de ensino de Ciências a partir do uso de Coleções Entomológicas, surge da percepção da carência de métodos mais dinâmicos que facilitem aos alunos a apreensão do conteúdo dessa disciplina. Esse conhecimento pode ser transmitido através da análise presencial dessas coleções, porém, através da realização de aulas práticas nas escolas é possível difundi-lo ainda mais. A distância dos acervos físicos e a falta de técnicas para execução de aulas mais práticas, especialmente em regiões mais afastadas dos grandes centros, pode prejudicar os alunos na absorção de conteúdos que são fundamentais no processo de ensino de Ciências. Contudo, o estudo dos insetos é de fundamental importância, estando presentes em diversos conteúdos abordados no ensino fundamental, médio e determinados cursos do ensino superior.

Museu da Farmácia da UFOP: A origem do museu e de seu acervo histórico e científicoresumo
Igor Lacerda Guimarães, Ingrid da Silva Borges

Esse artigo pretende explanar sobre a origem do Museu da Farmácia da Universidade Federal de Ouro Preto, a partir da década de 1960, a origem de seu acervo cientifico e histórico, além de mostrar como se deu a disposição desse acervo nos primeiros anos de exposição nas dependências da Escola de Farmácia de Ouro Preto. Abordamos também as dificuldades enfrentadas pela instituição museológica durante as décadas seguintes até o seu projeto de revitalização em 2011, e de ocupação do prédio histórico da Escola de Farmácia da UFOP em 2013, que levou a abertura permanente do Museu de Farmácia da UFOP à visita pública, e a sua integração ao circuito de museus de Ouro Preto, trazendo à tona, um pouco da história e evolução das ciências farmacêuticas no Brasil.

O lúdico e o científico: desenvolvendo estratégias para a educação infantilresumo
Julianna Alves Ribeiro, Cíntia Maria Rodrigues do Nascimento

Os novos museus de ciências constituem-se como espaços não formais de Educação, pessoas aprendem sem pressão ou obrigação e não há a pretensão de substituir o ensino formal da escola. Vários educadores entendem que as escolas não são os únicos locais onde as pessoas podem aprender conceitos científicos, por isso esta parceria museu/escola tem aumentando cada vez mais, trazendo alunos de todas as etapas da vida escolar para o museu. Observando o aumento de visitas de alunos em idade escolar no museu, notou-se que as crianças da faixa etária entre 2 e 5 anos dispersavam-se rapidamente, evidenciando o déficit de estratégias da instituição para recepção deste público e apreensão dos conteúdos da exposição do Museu de História de Alagoas. Este foi o ponto de partida para a criação do Projeto do Educativo e o desenvolvimento de novos recursos, afim de apoiar e atender a este público.

A alfabetização científica em registros produzidos por famílias em visita roteirizada a um jardim botânicoresumo
Luanna Shimada Siqueira, Martha Marandino

Este trabalho apresenta a análise dos registros produzidos por famílias que percorreram a Trilha da Nascente do Jardim Botânico de São Paulo, utilizando um roteiro elaborado com a finalidade de promover o processo de alfabetização científica dos visitantes. O roteiro foi desenvolvido no âmbito do mestrado de Rodrigues (2017) e previa uma parte de registro pelas famílias dos aspectos que marcaram a visita. Nesta pesquisa, tais registros foram analisados, buscando identificar os elementos do processo de alfabetização científica presentes no uso desse material nas visitas. Verificou-se, por um lado, que os indicadores científico e de interação são os mais presentes nos registros; por outro, os indicadores institucional e de interface social são raros, apontando dessa forma o potencial e os limites da visita roteirizada a este espaço de educação não formal.

Observatório de Museus e Centros de Ciência e Tecnologia: uma proposta de rede colaborativaresumo
Sonia Maria Figueira Mano, Sibele Cazelli; Andréa Fernandes Costa; Vanessa Fernandes Guimarães; Monica Damouche; José Sergio Damico; Loloano Claudionor da Silva; Carmen Silvia de Lemos Menezes Machado; Wailã de Souza Cruz

O Observatório de Museus e Centros de Ciência e Tecnologia é uma ação colaborativa realizada por museus e centros de ciência e tecnologia do estado do Rio de Janeiro. O objetivo desta iniciativa é realizar estudos de público e avaliações sobre a atividade museal realizada nos diversos espaços, compartilhando conhecimentos e esforços na busca de aperfeiçoamento do trabalho de cada instituição visando o fortalecimento deste campo de conhecimento.

A história das ciências através do audiovisual em um museu de ciências itineranteresumo
Willian Alves Pereira, Gisele Abreu Lira Corrêa dos Santos; Luiz Augusto de Coimbra Rezende Filho

A utilização de vídeos tanto em espaço formal de ensino quanto nos espaços de educação não formal, está cada vez mair presente, apresentando grande importância no desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos e visitantes, já que ver algo em movimento diferentes narrativas podem ser compreendidas e apresentar possíveis desdobramentos de acordo com a intenção do professor/mediador. Este trabalho analisa quatro vídeos que são utilizados no espaço multimídia do Ciência Móvel, vinculado ao Museu da Vida, que são três da série “Um cientista, uma história” (Carlos Chagas, Maurício Rocha e Silva, e Johanna Dobereiner) e um da série “Ciência em Gotas” (Bertha Lutz), buscando identificar o seu endereçamento e o significado preferencial de cada um. Através das análises foi possível identificar o endereçamento dos vídeos, assim como o seu significado preferencial.

11H - 12H30 | Auditório

Apresentações orais Tema "Museus, crianças e adolescentes"

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11H - 12H30 | Auditório
Sessão Oral

Apresentações orais Tema "Museus, crianças e adolescentes"

Coordenação: Isabel Mendes (PUC-RJ)
Adolescentes visitam o Maloka (Colômbia): um estudo qualitativoresumo
Luisa Massarani , Jessica Norberto Rocha, Lara Mucci Poenaru, Sigrid Falla, Lina Quijano

O objetivo deste estudo qualitativo é compreender a experiência de adolescentes em museus de ciências em visita fora do contexto escolar, em um dos principais museus de ciência interativos da Colômbia, Maloka (Bogotá). Analisamos a visita de quatro grupos, entre 14 e 17 anos, de escolas públicas. Observamos as relações dos visitantes (1) entre seus pares (outros adolescentes), (2) com os módulos expositivos e (3) com os mediadores. Os adolescentes se relacionaram intensamente entre si e com os módulos expositivos e, menos frequente, com os mediadores. Sugere-se que os adolescentes mobilizaram, de acordo com seus interesses e motivações, saberes e experiências prévias na interação com os objetos museais, de maneira engajada e autônoma, criando oportunidades de aprendizagem por livre escolha, refletidas nas discussões sobre temas científicos ou nas interações manual, mental e cultural.

Ciência, Arte e Literatura – teatro de sombra integrando ciência ao imaginário infantilresumo
Omar Martins da Fonseca, Simone Pinto

Encontrar atividades para o público infantil em museu e centros de ciências tem sido uma tarefa difícil. Buscando promover ações para esse público resgatamos formatos tradicionais de comunicação: a contação de história e o teatro de sombras. Acreditamos que o teatro de sombras encenado através da contação de história é uma via capaz de proporcionar a integração de diferentes linguagens. Assim, foi elaborada a oficina: “Teatro de Sombras - Quem tem medo de escuro?” desenvolvida no Museu Ciência e Vida para o público de 4 a 7 anos. Realizamos dez oficinas, partindo da premissa que, uma história bem contada contribui para o desenvolvimento cognitivo, social e emocional do ouvinte. Considerando o universo infantil, seu mundo lúdico e mágico, bastante propício à inserção de temas científicos, significando desde cedo essa forma de pensar.

O centro de educação científica CEC/IEMA em Caxias-MA: uma experiência de popularização e vivência científica para alunos do ensino fundamental do estado do Maranhãoresumo
Anna Paula Araújo Pereira , Jhonatan Uelson Pereira Sousa de Almada; Luciane Maria Bezerra Teixeira

O Centro de Educação Científica do IEMA, situado em Caxias-MA, tem como objetivo geral desenvolver um projeto que promova a Educação Científica para alunos do ensino básico de escolas públicas, a fim de oferecer e difundir a formação científica que não está ao alcance de todos e, assim, contribuir processo de Inclusão Social. O CEC IEMA se vale metodologicamente da teoria e prática em seu plano de ensino e se baseia na premissa de que a produção de qualquer conhecimento, de qualquer área da ciência, que permaneça sem aplicação prática, não se mostra eficaz e não consegue ser incorporada ao dia-a-dia dos alunos. A proposta do CEC IEMA integra conteúdos de diferentes áreas da ciência, já que projetos científicos precisam servir à cultura e à coletividade, favorecendo a diversidade de olhar a realidade e de melhor compreendê-la para transformá-la sempre em patamares mais humanos.

O Museu de Ciências Ricardo Ferreira (MCRF): uma experiência de um espaço não formal numa escola de ensino médio no Sertão de Pernambucoresumo
Carlos Wagner Costa Araújo, Marcos Antonio Pinto Ribeiro, Ricardo Ferreira, Yuri Rafael Alves Sobral

O presente trabalho é resultado da implantação de um espaço de educação não formal: Museu de Ciência Ricardo Ferreira-MCRF na Escola de Referência Otacílio Nunes de Souza (EREMONS), localizada na cidade de Petrolina-PE. Neste contexto busca se discutir a relação do Ensino de Ciências Baseado na Investigação – ECBI como referencial teórico para a formação de jovens do ensino médio da educação básica. O modelo de ensino tradicional e teórico de ciências são desmitificados no ensinar ciências fazendo ciência. É uma proposta de substituição de um laboratório tradicional de ciências por um espaço de investigação a partir do referencial no Ensino Baseado na Investigação – EBI, na concepção do ABC na Educação Científica: Mão na Massa (MNM) na formação dos alunos. Ao final, o estudo faz uma reflexão sobre a experiência do MCRF.

Uma ciência pelas crianças e a imersão na oficina MediAntarresumo
Paula Nuryele de Andrade, Creuza Daniely dos Reis

Resumo O presente artigo tem o intuito de mostrar a importância da exposição temporária “Expedição Antártica” para a divulgação da pesquisa científica brasileira, através de atividades educativas realizadas com as crianças no Espaço do Conhecimento UFMG.

Ver de Perto: atividade lúdica e interativa de ciência no Museu da Vidaresumo
Suzi Santos de Aguiar, Luisa Medeiros Massarani

Nesta pesquisa observamos e analisamos o comportamento que crianças e seus pares (outras crianças) apresentaram durante a atividade “Ver de Perto”, realizada no Museu da Vida/Fiocruz, que tem por temática os insetos na natureza. Nosso corpus foi formado por 231 crianças de 6 a 10 anos, de sete escolas públicas. A metodologia foi pautada na perspectiva da abordagem sociocultural da “ação mediada”. Os registros foram feitos com recursos tecnológicos (gravação de áudio e vídeo) e analisados com o auxílio do software Dedoose. Nossos resultados mostram que a atividade possibilita diversos tipos de trocas e diferentes tipos de interações, que levam a um maior ou menor grau de engajamento entre as crianças. A ação da mediação na atividade é chave para estimular - ou desestimular - um maior engajamento entre as crianças.

11H - 12H30 | Observatório

Apresentações orais Tema "Saúde e meio-ambiente"

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11H - 12H30 | Observatório
Sessão Oral

Apresentações orais Tema "Saúde e meio-ambiente"

Coordenação: Carmem Machado (Jardim Botânico do Rio de Janeiro)
Museus de ciências como espaços para expor assuntos controversos sobre biodiversidade: o que diz o público?resumo
Martha Marandino, Ana Maria Navas; Erminia Pedretti

As controvérsias vêm sendo consideradas como importantes estratégias para explorar as relações CTSA em ambientes formais e não formais. A questão da biodiversidade é um tópico relevante e potente para abordar aspectos controversos, mas ainda são raras as análises de exposições e do que o público pensa e compreende sobre este tema. Neste trabalho, apresentamos perspectivas do público com relação a apresentar os aspectos controversos sobre a biodiversidade em dois museus canadenses, o Royal Ontario Museum/Toronto e o Biodome/Montreal. No total realizamos entrevistas com 47 visitantes adultos. Resultados iniciais apontam argumentos a favor e contrários sobre apresentar aspectos controversos sobre biodiversidade em museus. Conhecer as posições favoráveis e contrárias do público são fundamentais para que os museus possam desenvolver exposições controversas.

Fundação Planetário do Rio de Janeiro: 5 anos de inventários de emissões de gases de efeito estufaresumo
Carlos Augusto Freitas de Oliveira Góes

A Fundação Planetário elaborou anualmente entre 2012 e 2016 inventários corporativos de emissões de gases de efeito estufa (GEE) dentro da estratégia climática da Prefeitura do Rio de Janeiro, que na Lei 5.248/2011 estabeleceu objetivos de desenvolvimento sustentável, metas de redução de emissões e determinou um Programa de Ecoeficiência e Sustentabilidade Ambiental na administração municipal. Os inventários, publicados no Registro Público de Emissões do Programa Brasileiro GHG Protocol, relatam de forma completa emissões de fontes controladas e não controladas pelo Planetário. O inventário de 2015, verificado externamente, referenciou o ANO-BASE para futura definição de meta de emissões. A Fundação Planetário, através de prática inovadora no setor público brasileiro, comprovou a execução eficaz de inventários por órgãos municipais, e antecipou o programa de ecoeficiência da Prefeitura.

Desafio de saúde e divulgação científica: uma experiência holandesaresumo
Adriana Mattos, Adriana Pugliese

Este trabalho relata um projeto multidisciplinar desenvolvido durante quatro dias, em período integral, no mês de maio de 2018, por cerca de 130 alunos do segundo ano de bacharelado de diversos cursos da Universidade de Ciências Aplicadas Hanze (Hanze UAS), nos Países Baixos. O projeto foi apresentado aos alunos como um problema de saúde pública a ser resolvido utilizando uma abordagem técnica para auxiliar numa melhora na qualidade de vida de idosos. O produto final tinha que levar em consideração aspectos de design e econômicos, para que pudesse ser comercializado no futuro. As apresentações finais foram feitas diante de um júri composto por três avaliadores externos, que elegeram os três melhores projetos. Durante todo o projeto, os alunos apresentaram elevada motivação e buscaram ativamente soluções para o desafio proposto.

À margem: água, cultura e território – uma experiência em educação ambiental no Espaço do Conhecimento UFMGresumo
Jonathan Philippe Fernandes Barboza Dos Santos, Luiza Nobel Maia; Wellington Luiz Silva

À Margem: Água, Cultura e Território ocorreu como exposição temporária no Espaço Do Conhecimento UFMG (ECU), que faz parte do Circuito Liberdade, uma rede de museus que abrigam espaços culturais distintos entre si. A proposta deste artigo é tornar público as atividades de educação ambiental, de divulgação científica, e de extensão realizadas pelo núcleo de ações educativas do ECU, durante a exposição temporária. Oficinas, exibições de documentários, rodas de conversa, percursos temáticos que conectavam à exposição de longa duração, foram algumas atividades. Uma das ideias principais dessas ações foram resgatar momentos dedicados ao diálogo, trabalhar a escuta e a sensibilidade. Por fim, veremos como essas atividades tornaram a problemática dos rios e suas bacias próximas ao cotidiano urbano trazendo para a realidade vivenciada pelos visitantes, possibilitando reflexões sobre o tema.

Aedes em Foco – relato e reflexões sobre um conjunto de atividades de divulgação cientifica no Espaço Ciência Vivaresumo
Tânia Goldbach, Rubem Figueira, Clara Luíza Rulff da Costa, Ana Luiza de Oliveira Nascimento, Aryel Ferraz, Gabriele Sthel, Thais Junger, Pedro Lagerblad de Oliveira, Eleonora Kutenbach, Ana Caroline Gandara

O presente trabalho é um relato das experiências ocorridas ao longo de 2016 e 2017 no Espaço Ciência Viva envolvendo as atividades de divulgação científica sobre a temática “Aedes e cia”, dinamizadas nos eventos denominados “Sábados da Ciência”(SDC) onde o assunto foi integrado ao tema específico do mês. Para a análise, foram estabelecidas categorias para classificação das atividades e foram levantados outros parâmetros, como: presença de convidados externos, diferentes temáticas dos SDC, com a finalidade de explorar a diversidade de elementos que compõe as atividades de divulgação científica do ECV.

12H30 - 14H

Almoço

14H - 15H30 | Auditório

Apresentações orais Tema "Questões atuais em museus"

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14H - 15H30 | Auditório
Sessão Oral

Apresentações orais Tema "Questões atuais em museus"

Coordenação: Djana Contier (Percebe Educa e FEUSP)
A organização do conhecimento químico a ser divulgado por uma atividade musealresumo
Luciane Jatobá Palmieri, Camila Silveira da Silva

O presente trabalho apresenta alguns elementos constituintes do processo de ensino e divulgação de conhecimentos químicos de uma atividade museal. A pesquisa é de natureza qualitativa, do tipo estudo de caso, onde os dados foram constituídos através de uma entrevista semiestruturada, observação e análise das fichas utilizadas por monitores do Centro de Ciências de Araraquara durante a realização da Gincana Tecnológica e Investigativa de Química. Fazendo uso dos pressupostos teórico-metodológicos da Teoria Antropológica do Didático, os resultados apontam para uma organização do conhecimento químico a ser divulgado fundamentada nos saberes do campo da Química presente no currículo disciplinar e aspectos da pedagogia museal.

Estudo do público potencial do Museu da Vidaresumo
Vanessa Fernandes Guimarães, Sonia Maria Figueira Mano; José Sergio Damico; Diego Vaz Bevilaqua; Loloano Claudionor da Silva

A simples oferta cultural não basta para que o público compareça. Esta situação é induzida pela distribuição social do capital cultural, que permite distinguir, avaliar e usufruir das práticas e ofertas culturais. O Museu da Vida tem uma tradição de monitoramento de seu público visitante e de realização de estudos de público com diversos objetivos. O presente projeto consiste num estudo de público destinado a aprofundar o conhecimento do Museu da Vida sobre o seu público potencial. A pesquisa qualiquantitativa foi realizada por meio de amostragem estratificada, aleatória probabilística, realizada em locais com grande fluxo de pessoas. Foi aplicado um questionário semiestruturado com o objetivo de conhecer a frequência ao Museu da Vida, os hábitos culturais e de lazer, o interesse por temas científicos e as representações sociais sobre museus de ciência da população do Rio de Janeiro.

Interatividade em museus de ciência: reflexões sobre expectativas e dados empíricos. O caso de “Abremate” (Argentina)resumo
Luisa Massarani, María Eugenia Fazio; Jessica Norberto Rocha; Analia Davila; Susana Espinosa; Fabian Bognanni

Este trabalho reflete sobre a interatividade contrastando expectativas e dados empíricos. Escolha como estudo de caso o Centro Interativo de Ciência e Tecnologia "Abremate", pioneiro entre essas propostas na Argentina. Os dados são provenientes do registro audiovisual das visitas de 5 grupos de adolescentes estudantes de escolas públicas de Buenos Aires. Os resultados, exploratórios e qualitativos, indicam que a interatividade está presente nas visitas, mas é um processo que ainda pode ser aprofundado. Eles também apontam que há artefatos mais provocativos do que outros de interatividade em seu mais alto grau e que podem aguçar o aprendizado. Também identifica que a emoção e a mediação são componentes-chave nesse sentido. A análise procura abrir a "caixa preta" de interatividade e fortalecer os laços entre as expectativas e a "experiência interativa do museu" empírica.

Interseções entre museu e escola: estudando os dioramas em museus escolaresresumo
Vinicius Rodrigues dos Santos, Martha Marandino

Ao longo de sua origem e consolidação, museus e escolas estabeleceram formas diferenciadas de relação, sendo que uma delas refere-se a montagem de museus dentro dos espaços escolares. Em alguns deles evidenciamos a presença de dioramas, objetos expositivos que representam cenários do ambiente natural desenvolvidos com a finalidade de expor e ensinar aspectos da ecologia e da biodiversidade. Desenvolvemos um projeto com a finalidade de estudar o potencial desses objetos para o ensino de ciências, caracterizando a história da introdução dos dioramas nos museus escolares e como esses têm sido usados pela comunidade escolar. O estudo será realizado no Museu de História Natural do Colégio Dante Alighieri e o referencial teórico usado para análise será a Teoria Antropológica do Didático para análise do potencial de ensino e aprendizagem dos dioramas inseridos em um museu escolar.

Politicas públicas em popularização da ciência: o recorte dos museus de ciênciaresumo
Rodrigo Arantes Reis , Emerson Joucoski, Renata Pires Martins

Entre as linhas de financiamento da Política Pública de Popularização da Ciência, apoiados por editais específicos do CNPq, o apoio a Centros e Museus de Ciência foi contemplado em 3 editais específicos (2003, 2009 e 2013). O presente trabalho visa apresentar um recorte de distribuição e perfil de projetos financiados a partir deste. Constitui-se em uma pesquisa documental de caráter descritivo das ações de políticas públicas de popularização da ciência no Brasil no período de 2003 a 2015. Os resultados apresentados mostram que houve uma expansão significativa das ações de divulgação científica em território nacional, em especial a implantação de novos centros e museus de ciência, sobretudo quando se observa a existência de atividades para além das capitais dos estados brasileiros em todos os eixos pesquisados.

Um futuro novo a cada dia: a experiência de atualização de conteúdos do Museu do Amanhãresumo
Meghie de Sousa Rodrigues, Davi Padilha Bonela

O Museu do Amanhã trabalha com atualização constante dos conteúdos. Assim, acreditamos ser possível mostrar a ciência enquanto é feita, a “science-in-the-making” (Shapin, 1992) para o visitante. Ter um conteúdo passível de mudança constante coloca a ciência no lugar da construção contínua, não no da verdade imutável ou absoluta. Com isto, queremos dizer ao visitante do Museu do Amanhã que o conhecimento científico é uma ferramenta bastante útil que temos para entender o presente e prever cenários futuros. É uma forma de tirar o conhecimento científico de uma posição de “solucionador misterioso” dos problemas da humanidade – misterioso porque uma fração pequena das pessoas realmente sabe como o método científico funciona e como a ciência é feita – abrindo, assim, o que o filósofo Bruno Latour chama de a “caixa-preta” da ciência para não-cientistas.

14H - 15H30 | Observatório

Apresentações orais Tema "Aquários, Zoológicos e Trilhas Ecológicas"

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14H - 15H30 | Observatório
Sessão Oral

Apresentações orais Tema "Aquários, Zoológicos e Trilhas Ecológicas"

Coordenação: Camila Martins (Parque das Aves)
A conservação da biodiversidade em zoológicos e aquários: um olhar para os textos escritos e imagéticosresumo
Alessandra Fernandes Bizerra

Citados pelos brasileiros como um dos espaços científico-culturais mais visitados no país, zoológicos e aquários assumem-se como centrais para a conservação da biodiversidade. Assim, busca-se compreender sentidos e práticas voltados à conservação, desenvolvidos por profissionais e públicos, a fim de se propor ações organizadoras que permitam o fortalecimento da missão conservacionista. Os dados estão em produção junto a 11 instituições nacionais e internacionais, sendo analisados quali/quantitativamente. Neste trabalho, é apresentado um recorte dessa pesquisa, com a análise do discurso exposto em placas de 01 aquário nacional e 02 internacionais. É possível observar a ocorrência de um repertório conceitual sobre conservação relevante nas placas observadas, abarcando as dimensões ontológica, epistemológica e axiológica da conservação.

Ciência, meio ambiente e patrimônio ambiental – Trilha Científica Oswaldo Cruz – Museu da vidaresumo
Suzi Santos de Aguiar, Brena Gomes Chaves Pires, Miguel Oliveira

Neste trabalho apresentamos a Trilha Científica Oswaldo Cruz e a participação dos mediadores e público envolvido na atividade durante a 14ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2017 (SNCT). A atividade é uma caminhada lúdica e interativa no campus da Fiocruz - Manguinhos, que tem por objetivos realizar uma ação de educação ambiental não-formal no Campus Manguinhos permitindo a apropriação do conhecimento sobre o patrimônio ambiental do território; despertar o interesse sobre a história e a natureza do campus, envolvendo atividades de: observação, descoberta, pesquisa e experimentação. Os resultados obtidos na atividade na SNCT foram à ampla presença e participação dos visitantes na atividade; revelação do interesse deles nas espécies apresentadas e na ciência de modo geral, e o desejo das crianças em serem cientistas após participarem da atividade.

Criação e aplicação de uma trilha interpretativa como ferramenta de educação ambientalresumo
Luiz Mors Cabral, Vanessa Corrêa Balochini

Nosso objetivo foi analisar o papel de uma trilha interpretativa como forma de passar conceitos de Educação Ambiental. Estruturada no entorno do Instituto de Física da Universidade Federal Fluminense, em Niterói, e contendo onze pontos interpretativos, a trilha foi aplicada em visitantes da Casa da Descoberta, o Museu de Ciências da UFF. Através da aplicação de questionários pré e pós-trilha, observou-se lacunas na formação dos visitantes de diferentes segmentos em relação à educação ambiental, um quadro que foi parcialmente revertido com a aplicação deste trabalho. Conclui-se que a trilha interpretativa é um espaço adequado para programas de Educação Ambiental.

Impressões sobre um herbário: educadores no Museu de Ciênciasresumo
Anelissa Carinne dos Santos Silva, Tamara Francislaine Santana Lasievicz; Marcos Rocha

A presente pesquisa discorre acerca do trabalho desenvolvido no Herbário IRAI, componente da estrutura do Parque da Ciência Newton Freire Maia. Através da Análise de Conteúdo, busca-se investigar a percepção de professores do ensino regular na visita a este Herbário. Os resultados indicam a intenção, por parte dos entrevistados, de que a visita seja empregada como complemento à educação formal e, diante disto, se busca ressaltar a importância de que a abordagem didática de um herbário seja percebida como um recurso para a formação científica para a cidadania.

Materiais educativos em zoológicos, público e alfabetização científicaresumo
Márcia Fernandes Lourenço, Martha Marandino

As discussões atuais sobre alfabetização científica indicam um consenso de esta é um processo que ocorre por toda a vida do indivíduo em vários espaços de educação. Os museus cumprem um importante papel na educação dos indivíduos oferecendo atividades educativas com este objetivo. Entre elas está a produção e utilização de materiais educativos. Este trabalho é parte da minha tese de doutorado que versou sobre a contribuição dos materiais educativos produzidos pelo Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros (Sorocaba, SP) em suas ações educativas, e sua contribuição para a alfabetização dos visitantes. Apresentamos neste trabalho, a interação do material “mochila de curiosidades” com estudantes do ensino fundamental I durante visita mediada ao Zôo de Sorocaba e a análise de sua contribuição para alfabetização científica a partir da aplicação de indicadores de alfabetização.

15H30 - 16H | Coffee break

Apresentação de pôsteres

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15H30 - 16H | Coffee break
Pôsters

Apresentação de pôsteres

Memória material da Estação Ciência: organização e tratamento de documentos históricosresumo
Alessandra Fernandes Bizerra, Martha Marandino, Beatriz de Castro, Cecília Toloza, Christiane Izumi Yamamoto, Cibele Monteiro da Silva

Este projeto visa a organização de materiais documentais da Estação Ciência, órgão da Universidade de São Paulo, que teve suas ações desativadas em 2016. Proposto pelo Parque CienTec e pelo Centro de Preservação Cultural (CPC), busca garantir a constituição e disponibilização de um acervo de grande importância na história dos centros e museus de ciências do país. Os documentos textuais, imagens, livros, jogos, entre outros materiais históricos remanescentes, foram armazenados no Parque CienTec em espaços não destinados à preservação de acervos, em caráter provisório. Assim, para que possam ser arquivados adequadamente e disponibilizados ao público, são necessários os processos de seleção, higienização e organização. Após este trabalho de sistematização, o acervo poderá ser disponibilizado para consulta pública e constituir um futuro centro de memória da Estação Ciência.

RECITE – REde de CIência e TEcnologia do Maranhão, navegar é preciso (RECITE – Maranhão)resumo
Anna Paula Araújo Pereira , Carlos Wagner Costa Araújo, Jhonatan Uelson Pereira Sousa de Almada, Marcos Antonio Pinto Ribeiro, Ricardo Ferreira

Este trabalho é resultado de um projeto de formação continuada de professores em elaboração de projetos científicos e culturais, desenvolvido pelo Instituto de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão - IEMA, através da sua Rede de Ciência e Tecnologia - RECITE. Esta é composta por 23 municípios do estado e tem procurado expandir suas ações em popularizar a ciência e a tecnologia . A discussão proposta é resultado dessa formação, que até o presente momento chegou a 150 professores, em 05 municípios. Na formação foi utilizada a metodologia baseado na investigação. A análise dos dados coletados serviu para monitorar, avaliar e mapear as ações do período pós formação. Os resultados mostram como estão sendo desenvolvidos os projetos extra sala de aula, o que é impactante para a educação do Maranhão.

Controvérsia como meio para trabalhar o ensino pela abordagem CTSA na parceria entre museu e escolaresumo
Cynthia Iszlaji, Fernanda P. Ricci, Karina de M. D. Sanita, Adriano D. de Oliveira, Glaucia C. Inglez, Luciana M. Monaco

Este trabalho apresenta uma proposta de ação educativa que buscou trabalhar um tema controverso, a vacina contra HPV, com alunos do ensino médio integral de escolas públicas. A ação consiste em quatros encontros presenciais: apresentação da ideia de controvérsia científica; mapeamento da controvérsia escolhida; visita à exposição temporária Conhecendo o HPV por dentro e por fora no Museu de Microbiologia do Instituto Butantan; e debate utilizando a estratégia role playing, no qual os alunos personificam os diferentes atores sociais envolvidos na controvérsia. Até o momento foram realizados três encontros, sendo que os alunos têm mostrado grande envolvimento e interesse pelas atividades. Dessa forma, acreditamos que o formato proposto pode ser muito enriquecedor para a compreensão que os alunos têm sobre o que é uma controvérsia científica e ajudar em futuras tomadas de decisões.

Percepção dos discentes do curso de licenciatura em Educação do Campo sobre atividade proposta pelo Museu de Solos do Brasilresumo
Carlos Wagner Rodrigues do Nascimento, Fabiana Loureiro dos Reis, Fabiana de Carvalho Dias Araújo, João Felipe da Silva Gonçalves, Gabriela Pinto Guedes, Carolina Almada Gomes de Oliveira, Clarice de Oliveira

Os Museus de Solos são importantes para o ensino, pois são espaços onde o visitante tem a oportunidade de observar amostras de perfis de solos procedentes de diferentes ambientes, além de debater sobre a importância do solo para a sociedade, assim como suas fragilidades. Desta forma, o entendimento dessas características pode ajudar na conscientização ambiental do público, sensibilizando-o para promover a conservação deste bem. O objetivo deste trabalho é relatar a experiência de uma visita guiada no Museu de Solos do Brasil, localizado na UFRuralRJ, com discentes do curso de Licenciatura em Educação do Campo, curso este pertencente à mesma universidade. Os discentes puderam relacionar o que aprenderam durante as atividades com disciplinas na área de agroecologia. E estes demonstraram interesse em retornar ao museu para outras atividades.

Educação ambiental no Museu de Ciências da Terra Alexis Dorofeef, Viçosa, Minas Geraisresumo
Cristine Carole Muggler, Yara Maris Garcia, Igor Dodico Fernandes Soares

O Museu de Ciências da Terra Alexis Dorofeef tem como foco a ação educativa no tema Solos, buscando ampliar a percepção pública e a valorização desse componente ambiental. O seu Programa de Educação em Solos e Meio Ambiente é baseado em uma proposta político pedagógica socioconstrutivista de base Freiriana e desenvolve um conjunto amplo de ações de educação ambiental. Estas incluem oficinas e minicursos de temas relacionados a solos e meio ambiente, cursos anuais para professores da educação básica, exposições itinerantes e projetos temáticos de abordagem de solos, além do Espaço “Proibido não Tocar”, interativo de solos, na exposição de longa duração. O MCTAD é uma referência para as comunidades escolares e públicos diversos em Viçosa e na região, contribuindo efetivamente na ampliação da percepção das pessoas em relação ao solo e ao meio ambiente.

Proposição de métodos de ensino em ciências através do uso de coleções entomológicasresumo
Gabriel de Almeida Guimarães Passos, Lucia Helena Pralon de Souza; Jane Margaret Costa de Frontin Werneck

A proposição de métodos de ensino de Ciências a partir do uso de Coleções Entomológicas, surge da percepção da carência de métodos mais dinâmicos que facilitem aos alunos a apreensão do conteúdo dessa disciplina. Esse conhecimento pode ser transmitido através da análise presencial dessas coleções, porém, através da realização de aulas práticas nas escolas é possível difundi-lo ainda mais. A distância dos acervos físicos e a falta de técnicas para execução de aulas mais práticas, especialmente em regiões mais afastadas dos grandes centros, pode prejudicar os alunos na absorção de conteúdos que são fundamentais no processo de ensino de Ciências. Contudo, o estudo dos insetos é de fundamental importância, estando presentes em diversos conteúdos abordados no ensino fundamental, médio e determinados cursos do ensino superior.

Museu da Farmácia da UFOP: A origem do museu e de seu acervo histórico e científicoresumo
Igor Lacerda Guimarães, Ingrid da Silva Borges

Esse artigo pretende explanar sobre a origem do Museu da Farmácia da Universidade Federal de Ouro Preto, a partir da década de 1960, a origem de seu acervo cientifico e histórico, além de mostrar como se deu a disposição desse acervo nos primeiros anos de exposição nas dependências da Escola de Farmácia de Ouro Preto. Abordamos também as dificuldades enfrentadas pela instituição museológica durante as décadas seguintes até o seu projeto de revitalização em 2011, e de ocupação do prédio histórico da Escola de Farmácia da UFOP em 2013, que levou a abertura permanente do Museu de Farmácia da UFOP à visita pública, e a sua integração ao circuito de museus de Ouro Preto, trazendo à tona, um pouco da história e evolução das ciências farmacêuticas no Brasil.

O lúdico e o científico: desenvolvendo estratégias para a educação infantilresumo
Julianna Alves Ribeiro, Cíntia Maria Rodrigues do Nascimento

Os novos museus de ciências constituem-se como espaços não formais de Educação, pessoas aprendem sem pressão ou obrigação e não há a pretensão de substituir o ensino formal da escola. Vários educadores entendem que as escolas não são os únicos locais onde as pessoas podem aprender conceitos científicos, por isso esta parceria museu/escola tem aumentando cada vez mais, trazendo alunos de todas as etapas da vida escolar para o museu. Observando o aumento de visitas de alunos em idade escolar no museu, notou-se que as crianças da faixa etária entre 2 e 5 anos dispersavam-se rapidamente, evidenciando o déficit de estratégias da instituição para recepção deste público e apreensão dos conteúdos da exposição do Museu de História de Alagoas. Este foi o ponto de partida para a criação do Projeto do Educativo e o desenvolvimento de novos recursos, afim de apoiar e atender a este público.

A alfabetização científica em registros produzidos por famílias em visita roteirizada a um jardim botânicoresumo
Luanna Shimada Siqueira, Martha Marandino

Este trabalho apresenta a análise dos registros produzidos por famílias que percorreram a Trilha da Nascente do Jardim Botânico de São Paulo, utilizando um roteiro elaborado com a finalidade de promover o processo de alfabetização científica dos visitantes. O roteiro foi desenvolvido no âmbito do mestrado de Rodrigues (2017) e previa uma parte de registro pelas famílias dos aspectos que marcaram a visita. Nesta pesquisa, tais registros foram analisados, buscando identificar os elementos do processo de alfabetização científica presentes no uso desse material nas visitas. Verificou-se, por um lado, que os indicadores científico e de interação são os mais presentes nos registros; por outro, os indicadores institucional e de interface social são raros, apontando dessa forma o potencial e os limites da visita roteirizada a este espaço de educação não formal.

Observatório de Museus e Centros de Ciência e Tecnologia: uma proposta de rede colaborativaresumo
Sonia Maria Figueira Mano, Sibele Cazelli; Andréa Fernandes Costa; Vanessa Fernandes Guimarães; Monica Damouche; José Sergio Damico; Loloano Claudionor da Silva; Carmen Silvia de Lemos Menezes Machado; Wailã de Souza Cruz

O Observatório de Museus e Centros de Ciência e Tecnologia é uma ação colaborativa realizada por museus e centros de ciência e tecnologia do estado do Rio de Janeiro. O objetivo desta iniciativa é realizar estudos de público e avaliações sobre a atividade museal realizada nos diversos espaços, compartilhando conhecimentos e esforços na busca de aperfeiçoamento do trabalho de cada instituição visando o fortalecimento deste campo de conhecimento.

A história das ciências através do audiovisual em um museu de ciências itineranteresumo
Willian Alves Pereira, Gisele Abreu Lira Corrêa dos Santos; Luiz Augusto de Coimbra Rezende Filho

A utilização de vídeos tanto em espaço formal de ensino quanto nos espaços de educação não formal, está cada vez mair presente, apresentando grande importância no desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos e visitantes, já que ver algo em movimento diferentes narrativas podem ser compreendidas e apresentar possíveis desdobramentos de acordo com a intenção do professor/mediador. Este trabalho analisa quatro vídeos que são utilizados no espaço multimídia do Ciência Móvel, vinculado ao Museu da Vida, que são três da série “Um cientista, uma história” (Carlos Chagas, Maurício Rocha e Silva, e Johanna Dobereiner) e um da série “Ciência em Gotas” (Bertha Lutz), buscando identificar o seu endereçamento e o significado preferencial de cada um. Através das análises foi possível identificar o endereçamento dos vídeos, assim como o seu significado preferencial.

16H - 17H30 | Auditório

Mesa "O papel dos museus de ciências na agenda 2030" no auditório do Museu do Amanhã

participantes
Coordenação:
Ima Célia Vieira (Museu Paraense Emilio Goeldi)
Participantes:
Sérgio Besserman (Jardim Botânico do Rio de Janeiro)
Jailson Bittencourt de Andrade (UFBA)
Paulo Gadelha (FIOCRUZ)
13/09
9H - 10H30

Mesa "Controvérsias, diversidade e diálogos em sociedades plurais" no auditório do Museu do Amanhã

participantes
Coordenação:
Martha Marandino (USP)
Participantes:
Ana Maria Navas Iannini (Toronto University)
Luiz Alberto Oliveira (Museu do Amanhã)
Bia Lessa (Cenógrafa)
10H30 - 11H | Coffee break

Apresentação de pôsteres

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10H30 - 11H | Coffee break
Pôsters

Apresentação de pôsteres

Casa da Descoberta e a inclusão de pessoas com deficiência: construindo uma réplica acessível do experimento “Porquinho Virtual”resumo
Bruna Wendhausem Enne, Erica Cristina Nogueira; João Paulo Ferreira da Silva

Esta pesquisa aborda a questão da acessibilidade na Casa da Descoberta, avalia e identifica as obras inclusivas para as pessoas com deficiência visual disponíveis no espaço do museu. Este trabalho abordará o processo de estudo e confecção de uma réplica acessível para o público cego do experimento “Porquinho Virtual”, obra que aborda conceitos de óptica. Também apresentaremos algumas soluções encontradas para eliminar as barreiras comunicacionais enfrentadas pelos visitantes cegos e pelos mediadores durante o uso do equipamento. Concluímos que tornar o espaço do museu acessível para todos requer antes de tudo, uma conscientização dos monitores e a adaptação das obras da Casa da Descoberta. Dessa forma, uma acessibilidade atitudinal e comunicacional são os primeiros passos para que juntos possamos quebrar as barreiras do preconceito e estigmas sobre a inclusão.

Os afro-brasileiros no processo de construção e afirmação científica ao longo da históriaresumo
Carla Cristine Vidal de Sá, Carla Cristine Vidal de Sá; Vivian Caroline da Silva Pereira

A proposta é trazer uma reflexão sobre a história, social e cultural do Brasil valorizando aqueles que sempre foram descriminalizados dentro de sua história, que são os povos afro-brasileiros, enaltecendo o difícil cominho na construção do conhecimento, de cientistas negros que não são divulgados, desvalorizando e reduzindo a sua capacidade. Assim, essa proposta não é afrontar todas as outras raças que compõem a população brasileira e sim mostrar que existe a possibilidade do encontro a igualdade entre raças. Valorizando principalmente a raça negra a partir do levantamento de diversos afro-brasileiros cientistas que a própria história faz questão de esquece-lo, não os valorizando como um cidadão comum independente de sua cor e\ou raça que é decorrente de um processo histórico, colonial eurocentrista e explorador que trouxe características desiguais ao mundo.

Acessibilidade em lingua brasileira de sinais: uma experiência acessível em museu no Brasilresumo
Danilo José de Paula Filho, Dinalva Andrade Martins; Hélio Alves de Melo Neto

Esta pesquisa foi realizada por meio de pesquisa participante no projeto educativo do Centro Cultural Banco do Brasil em Belo Horizonte. Com o objetivo de analisar o diálogo entre um educador surdo e uma educadora intérprete no desenvolvimento de ações educativas para público surdo e ouvinte, contemplando não só a acessibilidade e fidelização do público surdo, como também a formação e educação do público ouvinte. Sendo assim apresentado um relato de experiência de preparação, produção e atuação em atividades acessíveis para público surdo no educativo do CCBB- BH no ano de 2017. A pesquisa foi desenvolvida com base nos estudos de Viviane Sarraf, Jorge Bondía e Romeu Sassaki.

Ambientes de ensino não formais: o Museu de Ciências da Univates através da percepção dos professores visitantesresumo
Luís Carlos Scherer, Priscilla Mena Zamberlan; Miriam Helena Kronhardt

Os museus são espaços de ensino não-formal valiosos. O presente estudo investiga as atividades desenvolvidas pelo Museu de Ciências da Universidade do Vale do Taquari - Univates. Sessenta professores que acompanharam alunos em visitas ao Museu entre abril de 2017 e maio de 2018 foram convidados a responder um questionário avaliativo online. Os participantes do estudo consideraram desde a relação das temáticas abordadas com o conteúdo escolar, os aspectos físicos e materiais do ambiente museal, os mediadores e sua atuação até o tempo de duração das atividades, de maneira positiva. Os professores que visitarem o Museu ao longo do ano de 2018 serão convidados a participar da pesquisa, visado aumentar o número de respondentes e possibilitar análises aprofundadas dos resultados, a fim de subsidiar a qualificação das ações da instituição.

Astroludens – crianças pequenas no Museu de Astronomia e Ciências Afinsresumo
Carina Nascimento d’ Ávila, Patrícia Figueiró Spinelli

“Astroludens” é um projeto de pesquisa e prática que vem se desenvolvendo há um ano na Coordenação de Educação em Ciências no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST - RJ) e que busca conhecer os usos de crianças pequenas (de 0 a 06 anos) no museu, reconhecendo, inclusive, sua produção científica. A pesquisa acontece através de conversas com as crianças e ensaios fotográficos que propiciam criações, estreitando novas relações entre prática e teoria. Nessa apresentação, vamos traçar os primeiros frutos da pesquisa que se organizam tanto em proposições teóricas quanto práticas (atividades realizadas e ensaio fotográfico). A proposta é também que o público presente possa contribuir com a pesquisa compartilhando suas experiências e perspectivas científicas.

Mediadores em museus de ciências: uma análise sobre a inserção de jovens nesses espaços científicos e a influência em sua formação como adultosresumo
Mariana de Souza Elysio, Luisa Massarani

Este estudo visa analisar em que medida trabalhar como mediador no no Museu da Vida (Fiocruz) pode influenciar a formação pessoal e profissional de jovens. Para isto, identificamos os jovens que atuaram, ou ainda atuam, há mais de 10 anos no museu. Os participantes responderam perguntas sobre características pessoais, sua experiência com mediação e seu impacto em sua formação como adulto. Obtivemos 52 respostas a uma enquete online. Quase metade dos responmdentes (44,9%) afirma ter mudado de carreira após atuar como mediador, permanencendo em áreas ligadas a museus ou educação não formal e 97,1% afirmaram que atuar como mediador mudou outros aspectos de sua vida, lhes atribuindo mais confiança e auto-estima, impactando sobre sua formação como adulto.

Satisfação e frustração na experiência do usuário em aplicativos de museus e centros de ciênciaresumo
Maycon Gomes Barbosa, Diego Vaz Beviláqua; Luiz Antonio Saboya

Museus e centros de ciência encontraram nas novas tecnologias maneiras de se reinventarem e proporem novas e melhores experiências para seus públicos, trazendo benefícios tanto para eles quanto para as instituições de ciência. Aplicativos de celular vêm se destacando cada vez mais em sua inserção em vários setores da sociedade, assim como nos museus e centros de ciências que têm aderido a esta tecnologia para melhorar a comunicação com os visitantes e possibilitar novas interações. O presente trabalho busca avaliar aplicativos para celular disponíveis em museus de ciência no Brasil e no exterior, identificando seus pontos fortes, que resultam na satisfação do usuário, e os pontos fraco, que acarretam na frustração do manuseio do mesmo, sendo classificados em escala, obtendo dados quantitativos para avaliar os aplicativos.

Itinerar é preciso: inovações do portfólio de exposições do Museu da Vidaresumo
Miliana C. S. Fernandes, Ana Carolina Gonzalez, Flávia Lima, Marta Fabíola Mayrink

O artigo discute a missão educativa dos museus e aborda os objetivos das exposições itinerantes como estratégias de popularização da ciência em regiões onde equipamentos de ciência, cultura e educação são pouco ofertados. Apresenta o Museu da Vida (MV), que conta com uma área de exposições itinerantes que atua no território nacional. A inovação proposta pelo setor em 2017, baseou-se na flexibilização do tempo e dos recursos empregados na realização de itinerâncias de exposições de pequeno porte. Este modelo, por apresentar contrapartidas mais simples para os parceiros, tornou-se ideal para ações em escolas e pequenos espaços culturais, como galerias e bibliotecas. A experiência inicial trouxe resultados positivos no relacionamento com as escolas e no alcance expressivo de público. Contudo, aponta desafios para a dinamização das visitas e para estudos sobre a percepção do público.

A inclusão social nos museus de ciências do Rio de Janeiro: como os museus estão se adaptando para receber os diversos tipos de públicosresumo
Raquel Barros, Carolina Chaves Peçanha

Objetivando avaliar a abrangência e a eficácia da inclusão social nos museus de ciências do Rio de Janeiro, por meio de audiências estimuladas, este projeto tem como proposta mostrar a importância da inclusão social e o empoderamento provocado por este tipo de audiência. A importância de estudar mais este tipo de público, faz-se necessário na implantação de novos projetos para atrair a população que se enquadra no perfil de visitante estimulado, tornando-os futuramente audiência espontânea. Para realização deste projeto, iniciaremos este trabalho com pesquisas bibliográficas sobre o assunto, em seguida selecionaremos três museus de ciências do Estado do Rio de Janeiro, para avaliar se estes trabalham a audiência estimulada e como é feito esse tipo de trabalho. Como resultado da execução deste projeto, se espera obter uma relevância na discussão sobre a questão da audiência estimulada.

E o Ciência Móvel chega onde nunca chegou: impulsionamento via rede social digitalresumo
Rodolfo de Oliveira Zimmer, Guilherme Zimmer, Ana Carolina Gonzalez, Luis Henrique Amorim, Renata Fontanetto, Paulo Henrique Colonese, Laís Viana, Aryanne Valenzuela

O trabalho dedica-se a discutir a eficácia de estratégias adotadas e aprimoradas ao longo dos anos para.a divulgação da abertura da agenda de viagens do Ciência Móvel/Museu da Vida/Fiocruz para possíveis parceiros. Parte das inquietações quanto ao seu papel de interiorizar ações de divulgação e popularização da ciência e o alcance deste museu itinerante. Enfatiza então o potencial de postagens impulsionadas em rede social digital - para perfis de interesse e abrangência geográfica bem delineados - em promover engajamento expressivo, constatado pelas ferramentas que acompanham o público interativo. Como resultado, em 2018, esta iniciativa propiciou a confirmação de viagens da unidade móvel para 11 municípios nunca antes visitados, bem como uma agenda de espera para este ano e o próximo com quase outras 70 cidades.

Experiências de divulgação científica na educação básica: uma proposta no ensino médio integradoresumo
Tatiana Henrique Brives de Oliveira, Jaqueline Silva da Fonseca

O presente trabalho apresenta as experiências obtidas a partir de ações educacionais voltadas para a divulgação científica desenvolvidas na Faetec Duque de Caxias- ETE Imbariê, no âmbito do curso técnico em Qualidade. Nossa proposta buscou aliar a produção de recursos pedagógicos nas disciplinas do curso técnico e a posterior divulgação dos produtos desenvolvidos em eventos científicos no Estado do Rio de Janeiro. Envolveu a interação e participação de professores e alunos tanto na elaboração da proposta na unidade escolar quanto na divulgação e apresentação nos eventos externos, através de etapas previamente definidas e construídas de forma colaborativa. Como resultados, consideramos que a inovação trazida pela possibilidade de participação de alunos de ensino médio profissional nestas ações contribui para a formação mais ampla e crítica dos discentes.

Museu, exposição e educação não formal: as visitas de estudantes nas pesquisas de pós-graduaçãoresumo
Thaynara Flôr Marques Conceição, Carla Gruzman

As exposições, as ações educativas e os diversos públicos, são elementos que constituem as práticas sociais dos museus e cada vez mais vem ganhando destaque nas investigações que buscam compreender o fenômeno educacional nessas instituições. No presente trabalho realizamos um estudo do tipo estado da arte com o objetivo de traçar um perfil das pesquisas que tem como objeto as visitas de estudantes a museus. Buscou-se mapear a produção científica na pós-graduação, levando-se em consideração as teses e dissertações defendidas no período de 2000 a 2017 no país. O corpus documental composto por um total de 38 trabalhos teve como foco de análise aspectos como: titulação, filiação, tipologia de museu, temáticas abordadas e nível de escolaridade dos estudantes. Os resultados preliminares permitiram identificar características e perceber as diversas formas de explorar o tema.

Envolvendo novos públicos em um museu de ciência sobre rodasresumo
Tânia Margarida Lima Costa

O Museu Itinerante Ponto UFMG é um museu interativo de ciência e tecnologia que, por ser construído em uma unidade móvel, pode visitar escolas e cidades de todo o país que geralmente não têm acesso a esse tipo de atividade. Devido à diversidade do público atingido pelo Museu, um dos maiores desafios enfrentados é o impacto sobre as comunidades visitadas. Propomos uma análise usando um grupo que visitou o museu. Um dos critérios definidos para a desses indivíduos é que são alunos do ensino fundamental. Esperamos entender como a resistência contra tópicos científicos influencia o processo de aprendizagem, e como um museu de ciências e seus recursos pedagógicos podem ajudar a diminuir esse desafio.

11H - 12H30 | Auditório

Apresentações orais Tema "Gênero e educação étnico-racial"

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11H - 12H30 | Auditório
Sessão Oral

Apresentações orais Tema "Gênero e educação étnico-racial"

Coordenação: Andréa Costa (Museu Nacional)
Exposição “Pioneiras da Ciência no Brasil”resumo
Andréa Dias Fiaes , Mônica Santos Dahmouche, Simone Pinheiro Pinto

Considerando atenção que o protagonismo da mulher na ciência brasileira vem tendo em diferentes âmbitos a Fundação Cecierj através do Museu Ciência e Vida desenvolveu uma exposição homônima baseada no livro Pioneiras da Ciência no Brasil a fim de trazer esse debate para o campo dos museus e espaços de ciência. A exposição aborda a história de algumas das pesquisadoras mencionadas no livro. Nesse trabalho apresentamos a experiência de ter desenvolvido essa exposição de maneira econômica, sem renunciar à estética e bom gosto, passível de itinerar por outros espaços. Na inauguração da exposição no Museu Ciência e Vida foi organizado um evento com as autoras do livro e uma das pesquisadoras mencionadas no mesmo, voltado especialmente para as meninas estudantes. A exposição foi visitada por mais de 2.000 nos seis espaços onde foi exibida.

Gênero e divulgação científica: uma análise nas atas do ENPECresumo
Anelissa Carinne dos Santos Silva, Camila Silveira da Silva

O presente trabalho analisa a produção de pesquisas relacionadas à Divulgação Científica e Gênero. A pesquisa é de natureza qualitativa do tipo documental, com constituição de dados a partir dos Anais do Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências contemplando o recorte temporal de 2011 a 2017. Os resultados indicam baixa quantidade de pesquisas com ou sobre mulheres nas ciências nestes espaços.

Levantamento do gênero dos participantes, estudantes e docentes, da FECTI – Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio de Janeiro – 2014 – 2017resumo
Vera Cascon, Renata Guimarães Dümpel, Christina Sant’Anna de Castro, Sônia Simões Camanho, Mônica Santos Dahmouche

Buscando conhecer o perfil dos participantes da FECTI, foi realizado um levantamento de gênero de estudantes e professores orientadores, e da relação de categoria de trabalho por gênero dos docentes, nas 4 últimas edições (2014 a 2017) da feira estadual do RJ. No total, foi constatada uma predominância de docentes e estudantes do sexo feminino. No entanto, no segmento do Ensino Fundamental II há predominância de trabalhos orientados por docentes do sexo feminino e no Ensino Médio/Técnico por docentes do sexo masculino. Em todas as categorias predomina a participação de meninas, com exceção de Desenvolvimento de Tecnologia, onde ocorre a participação majoritária de meninos, assim como a maioria de trabalhos orientados por docentes do sexo masculino. Esses dados contribuem para reforçar a necessidade de políticas públicas que estimulem a participação das meninas na área das engenharias.

O Dia das Meninas no Museu de Astronomia e Ciências Afinsresumo
Patrícia Figueiró Spinelli, Ana Paula Germano, Sandra Benítez Herrera

Sabe-se que o número de mulheres presentes nas carreiras das Ciências Exatas, Computação, Matemática e Engenharias é menor que o de homens. No Brasil, os dados do CNPq indicam que o número de pesquisadoras nessas áreas varia de 10 a 30%. Os museus de ciência devem atuar como promotores do pensamento crítico e do diálogo plural com a sociedade. Portanto, precisam se debruçar sobre questões de gênero na ciência, promovendo ações inclusivas ao público feminino, seja por meio de suas exposições ou ações educativas. O Dia das Meninas no Museu de Astronomia e Ciências Afins é um evento anual em comemoração às contribuições de cientistas brasileiras junto ao público participante. Neste artigo, irermos apresentar a metodologia empregada e os principais resultados obtidos pela ação, que até agora já atingiu um público de 588 participantes presenciais e 895 virtuais.

O museu como espaço de promoção da educação étnico-racialresumo
Hilda da Silva Gomes, Suzi Aguiar

De acordo com a Política Nacional de Educação Museal (2017), as instituições museológicas devem fortalecer a dimensão educativa, subsidiar a atuação dos educadores e assegurar que os museus sejam espaços de educação e promoção da cidadania. Dentro destes pressupostos, a Lei nº 10.639/03 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional e inclui a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira" pode ser uma estratégia de combate e superação do racismo. Desta forma, a Educação museal e a Educação formal podem reelaborar a dinâmica das questões da formação didático-pedagógica em cada um dos seus contextos de realização. Esta atividade foi realizada no Museu da Vida e teve como objetivo construir uma rede de trabalho integrado e colaborativo estabelecendo diálogos potentes na relação museu-escola que valorizem a temática da educação e as relações étnico-raciais.

Mulheres na ciência: exposição em um centro de ciênciasresumo
Anne Paolle Jeziorny da Silva, Janer Vilaça; Liliane Lorenzini Trabuco; Josiane Vieira Amaral; Lilian Adriane da Silva

Para provocar um diálogo, destacar, legitimar, divulgar e valorizar as contribuições científicas desenvolvidas por mulheres, ao longo da história, o Parque Tecnológico Itaipu – Brasil (PTI), por meio do seu Museu e Centro de Ciências Polo Astronômico Casimiro Montenegro Filho, realiza anualmente, desde 2015, exposições temporárias cujo tema é Mulheres na Ciência. Com base nas quatro exposições realizadas foi possível, além de atender aos objetivos, sensibilizar a comunidade para o respeito as diferenças de gênero, motivar estudantes, docentes e turistas que visitam este espaço para o Ensino-Aprendizagem em Ciências e contribuir significativamente para o desenvolvimento cultural-científico da região Oeste do Paraná. Os resultados obtidos favorecem a continuidade da atividade nos próximos anos.

11H - 12H30 | Observatório

Apresentações orais Tema "Museus universitários, acervos e coleções"

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11H - 12H30 | Observatório
Sessão Oral

Apresentações orais Tema "Museus universitários, acervos e coleções"

Coordenação: Maurício Candido da Silva (MAV/USP)
A coleção didática de répteis e anfíbios do Laboratório de Herpetologia do Museu Nacional como ferramenta de ensino e divulgação científicaresumo
Karen Pinto da Silva

O presente estudo destaca a utilização da coleção didática de répteis e anfíbios do Laboratório de Herpetologia do Museu Nacional da UFRJ para o processo de ensino, aprendizagem e divulgação científica. A partir de atividades com o público que solicita os empréstimos de exemplares é possível perceber as contribuições da coleção didática de zoologia para as práticas pedagógicas de professores, bem como para a divulgação de conhecimentos científicos. Nesse sentido, os trabalhos realizados com a coleção didática mostram os museus como espaços de educação não formal caracterizados por diversas possibilidades de ensino e divulgação científica. Além disso, são proporcionadas reflexões acerca das contribuições do uso dessa coleção ao ensino de Ciências e Biologia.

Espaço Memorial Carlos Chagas Filho: ressignificando o patrimônio científicoresumo
Erika Negreiros, Karina Saraiva, Patrícia Danza, Gabriella da Silva Mendes, Thais Patrícia Mancílio da Silva, Pedro Henrique Bonini da Silva, Paula Mascarenhas, Cilene de Souza Bispo, Humberto Martins, Vinícius Valentino Maria

O Espaço Memorial Carlos Chagas Filho (EMCCF) é um museu Universitário localizado no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF) da UFRJ, que possui um rico Patrimônio de Ciência e Tecnologia (C&T) que está sendo organizado para futura disponibilização de maneira física e virtual. O conhecimento atual sobre o tema Patrimônio da C&T no Brasil é restrito e precisa ser conhecido e valorizado no contexto da História da Ciência. O EMCCF busca realizar Educação Patrimonial aliada às oficinas interativas com alguns equipamentos científicos de seu acervo, para promover sua ressignificação, de uma definição inicial de equipamentos velhos e obsoletos, para Patrimônio Científico. Esta valorização dá significado à Ciência na atualidade, através do conhecimento da História da Ciência e dos processos científicos pelos quais passa para consolidar suas teorias.

Museu da Farmácia: saúde, educação e o patrimônio naturalresumo
Ana Clara Lopes Borges, Ingrid da Silva Borges, Márcia Regina Ferreira

A ação educativa “museu: escola, educação e saúde”, desenvolvida pela equipe de bolsistas de extensão da Universidade Federal de Ouro Preto no Museu da Farmácia, em parceria com o parque Parque Estadual do Itacolomi, tem como objetivo a integração de crianças da rede pública de ensino da cidade de Ouro Preto, com seu patrimônio histórico e, principalmente, ambiental através da articulação do acervo de um museu de ciência e todas as suas relações de sentido, valor histórico e simbólico. A partir disso, idealizamos uma ação educativa de integração das crianças com esses espaços, na qual a dinâmica para entender os objetos de museus e o ambiente onde nos inserimos leva a uma articulação de diversas áreas do saber, auxiliando na autonomia pedagógica do ser e direcionando as crianças a uma interpretação do mundo e de si, a partir dos seus sentidos dentro do Museu e no meio ambiente.

Museu de história natural: um projeto de reestruturação e promoção do patrimônio científico na universidade federal de Alagoasresumo
Cíntia Maria Rodrigues do Nascimento, Raphael dos Santos Batista

O Museu é um órgão suplementar ligado à Pró-Reitoria de Extensão (PROEX-UFAL) e tem como atribuições a Pesquisa e a Extensão. Desde a sua criação, em 1991, vem desenvolvendo estudos nos ecossistemas locais, valorizando também o conhecimento das populações tradicionais sobre o uso dos recursos naturais do estado. A instituição além de contribui com a formação do público escolar e acadêmico, evidenciando processos de pesquisa, conservação e ampliação das coleções, também atua junto a sociedade cumprindo o papel essencial de um equipamento de cultural, ao estabelecer mecanismo de divulgação científica e elaborar estratégias para levar a informação a sociedade, se mostrando um equipamento eficiente para promoção da cultura e lazer associada ao conhecimento do patrimônio natural e científico do estado de Alagoas.

Museu de ciências em rede na Universidade Federal de Goiásresumo
Luciana Conrado Martins, Mauricio Candido da Silva; Andréa Dias Vial

A divulgação dos conhecimentos científicos, produzidos no ambiente universitário, ainda encontra muitas dificuldades no contexto nacional. Esse quadro se agrava ainda mais quando o tema são os conhecimentos produzidos a partir dos acervos e coleções universitárias. Como prover o acesso a essas coleções, garantindo sua manutenção e promovendo o envolvimento da sociedade na preservação do patrimônio científico? Esse questionamento está na base da concepção e da criação do Museu de Ciências da Universidade Federal de Goiás (MC-UFG), um museu concebido como uma rede de instituições, coleções e acervos universitários. O presente texto tem como foco apresentar o processo de criação e implantação do Museu de Ciências da UFG, evidenciando a importância e os desafios para a constituição de uma rede de museus universitários voltada à preservação e divulgação do patrimônio universitário.

Objetos de ciência e tecnologia: um patrimônio a ser descoberto pelo Museu da Geodiversidade (IGEO/UFRJ)resumo
Aline Rocha de Souza Ferreira de Castro, Marcus Granato; Luis Felipe Lima Ferreira

O Museu da Geodiversidade (MGeo/IGEO/UFRJ) tem contribuído para a construção de um patrimônio científico no campo das Geociências. No entanto, verifica-se que ainda existem elementos com potencial valor patrimonial, mas que ainda não são conhecidos e contemplados pelo Museu da Geodiversidade. Objetos de Ciência e Tecnologia, em especial instrumentos científicos, mapas, documentos, fotografias e livros raros, que tanto contribuíram para o avanço do conhecimento em Geociências estão presentes nos diversos laboratórios vinculados ao Instituto de Geociências (IGEO) e não recebem o tratamento museológico adequado. Esses objetos podem estar sendo descartados dentre os materiais inservíveis da universidade, sem a oportunidade de serem avaliados sobre o seu potencial valor patrimonial. É necessário intervir nesse processo para que uma parte da memória da produção científica da UFRJ não se perca.

Reservas técnicas como possibilidades educativa e comunicativa para públicos de museusresumo
Mayara Manhães de Oliveira, Carla Gruzman

Considerando que na maioria dos museus grande parte dos objetos musealizados se encontram em reservas técnicas, propomos reflexões sobre esses espaços como possíveis locais para acesso de públicos não especializados, na perspectiva da educação e comunicação museais. Selecionamos e analisamos iniciativas que visam divulgar tanto o acervo museológico quanto os conhecimentos empregados na sua preservação. Esse estudo foi desenvolvido no âmbito do Curso de Especialização em Divulgação e Popularização da Ciência (MV/COC/Fiocruz e parceiros) entre 2017 e 2018. Como recorte, apresentaremos os resultados referentes ao levantamento e sistematização de dez iniciativas, nacionais e internacionais, de reservas técnicas visíveis/visitáveis, a fim de discutir as finalidades educativa e comunicativa dessas experiências para públicos não especializados.

12H30 - 14H

Almoço

14H - 15H30 | Auditório

Apresentações orais Tema "Acessibilidade em museus"

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14H - 15H30 | Auditório
Sessão Oral

Apresentações orais Tema "Acessibilidade em museus"

Coordenação: Jéssica Norberto Rocha (Fundação CECIERJ)
Acessibilidade: desafios na educação musealresumo
Hilda da Silva Gomes, Bianca Reis

O Museu da Vida é um espaço não formal de educação situado no campus da Fiocruz em Manguinhos/RJ. Dispõe de áreas expositivas que tratam de temáticas relacionadas a ciência, história, arte e saúde. Uma das áreas, denominada, Ciência em Cena propõe um encontro entre arte e ciência por meio de espetáculos teatrais, esquetes e oficinas. Desenvolvemos uma ação educativa acessível que pretendeu potencializar as relações entre arte e ciência para público surdo no MV com a esquete “Conferência Sinistra” em LIBRAS. Foi uma experiência significativa para os profissionais envolvidos e trabalhadores surdos, pois envolveu uma troca de saberes e aprendizados que nos apontou avanços no que diz respeito à acessibilidade, a necessidade de elaboração de mais atividades acessíveis, além de novos desafios a serem superados.

Museus de Ciências e a inclusão de pessoas com deficiência: preparando a Casa da Descoberta para o visitante surdoresumo
Erica Cristina Nogueira, Bruna Wendhausem Enne; João Paulo Ferreira da Silva; Iara Alves Hooper Vasconcelos

A Casa da Descoberta é o Centro de Divulgação Científica da Universidade Federal Fluminense e conta com cerca de quarenta monitores, todos alunos graduação da Universidade. São oferecidas, entre outras atividades, visitas guiadas pelos mediadores ao espaço do museu, nas quais o visitante recebe explicação teórica sobre o acervo exposto. Além dos visitantes avulsos, recebemos visitas de escolas públicas e particulares, algumas das quais trazem alunos portadores de necessidades especiais. Devido a essa demanda percebemos a necessidade de mudanças na Casa da Descoberta, que antes não poderia ser considerada acessível. Este trabalho tratará dessas mudanças no âmbito da surdez. Foram realizadas ao longo do ano, diversas atividades com o objetivo de aproximar o público surdo da Casa da Descoberta, incluindo a capacitação dos mediadores e tradução da visita para a Língua de Sinais Brasileira.

Museus de ciências e acessibilidade: um panorama das instituições brasileirasresumo
Cláudia Celeste Schuindt, Camila Silveira da Silva

O presente trabalho identifica e analisa os Museus de Ciências Acessíveis brasileiros. Com base nos pressupostos da pesquisa qualitativa do tipo documental, o corpus da pesquisa foi o Guia de Museus e Centros de Ciência Acessíveis da América Latina e do Caribe. Foram localizadas 69 instituições em território brasileiro. A partir da Análise de Conteúdo, os dados foram agrupados nas categorias: deficiência física ou baixa mobilidade; deficiência visual; deficiência auditiva e deficiência intelectual. A partir dos resultados obtidos concluiu-se que existem Museus de Ciências Acessíveis em todo o território nacional, com grande concentração desses espaços na região Sudeste. Há grandes limitações no tipo de inclusão devido ao fato da maioria dos museus não contemplarem todas as categorias de acessibilidade.

Publicacessibilidade: mapeando artigos sobre acessibilidade em museus, espaços científico-culturais e ações de divulgação científica no Brasilresumo
Laura Acerb Cordioli, Jéssica Norberto Rocha; Juliana Cardoso Gonçalves; Flávia Barros Ferreira

O presente trabalho trará a exposição e análise dos dados da pesquisa PublicAcessibilidade, realizada a partir do levantamento dos artigos sobre a temática da acessibilidade nos museus e espaços científico-culturais e atividades de divulgação científica no Brasil publicados até março de 2018. No total foram levantados 60 textos encontrados em 44 revistas latino-americanas e estrangeiras, revelando que a publicação na área é recente. No Brasil as publicações sobre esta temática são iniciadas em 2006 e têm crescido desde então. Dentre os temas recorrentes abordados estão programas educativos e mediação para pessoas com deficiência, discussões teóricas sobre acessibilidade e atenção às pessoas com deficiência visual. Os resultados mostram que é necessário expandir os estudos e publicações nas temáticas, estratégias de acessibilidade e nas deficiências abordadas.

Recursos de acessibilidade nos websites dos centros e museus de ciências da América Latina e do Cariberesumo
Willian Vieira de Abreu, Jessica Norberto Rocha; Luisa Massarani; Aline Oliveira Molenzani; Daniele Oliveira Molenzani

O presente trabalho visa discutir a acessibilidade dos websites dos museus e centros de ciências da América Latina e do Caribe. Neste estudo, fizemos um recorte dos dados da pesquisa “Diagnóstico de Acessibilidade em Museus e Centros de Ciências na América Latina e no Caribe” a fim de identificar quantas instituições possuem sites acessíveis e quais são os tipos de recursos de acessibilidade. Ao se analisar os dados, foi possível perceber que 87 museus e centros de ciências dos 109 que responderam o questionário possuem websites. Desses, apenas 35 afirmaram ter pelo menos um recurso de acessibilidade, o que equivale a aproximadamente 32% do total. Após a análise dos dados, reforçamos a necessidade dos museus e centros de ciências assumirem a acessibilidade comunicacional e atitudinal como um compromisso institucional, implementando ações que visam estreitar os laços com diversos tipos de

14H - 15H30 | Observatório

Apresentações orais Tema "Planetários e observatórios astronômicos"

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14H - 15H30 | Observatório
Sessão Oral

Apresentações orais Tema "Planetários e observatórios astronômicos"

Coordenação: Paulo Sobreira (UFG)
Acessibilidade em planetários e observatórios astronômicos na América Latina e no Caribe: resultados da pesquisa de diagnóstico na regiãoresumo
Willian Vieira de Abreu, Jessica Norberto Rocha; Luisa Massarani; Luiz Gustavo Barcellos Inacio; Aline Oliveira Molenzani

Neste trabalho, realizamos um recorte da pesquisa “Diagnóstico de Acessibilidade em Museus e Centros de Ciências na América Latina e Caribe” de modo a analisar os planetários, observatórios e instituições que possuem planetários, totalizando um número de 18. Dentre eles, 15 estão no Brasil, uma na Argentina, uma na Colômbia e uma no México. Notamos que a maior parte das ações foram realizadas em relação à acessibilidade física. Com relação à acessibilidade comunicacional, existe ainda um longo caminho a ser percorrido pelas instituições.Com relação à acessibilidade atitudinal, ainda são poucas as ações que visam a preparação da instituição para atender o público com deficiência e que isso ainda não está incorporado na política institucional.Argumentamos que é preciso adotar mais estratégias para a superação das barreiras e que exista um maior aporte de financiamento para a acessibilidade

Avaliação das sessões da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiroresumo
Wailã de Souza Cruz, Luis Guilherme Haun

A Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro desde a sua inauguração, em 1970, desenvolve projetos e pesquisas de divulgação científica na área de astronomia e ciências afins. A crescente demanda de seus visitantes, reflete o aumento, nas últimas décadas, do interesse da sociedade contemporânea pelas práticas culturais, dentre elas o Planetário e suas sessões. Para compreender todo o potencial e relevância destas sessões a instituição realizada constantemente pesquisas voltada para sua audiência. Neste trabalho serão apresentados os resultados e a análise dos dados de uma pesquisa que visa conhecer a opinião do público de visitação espontânea sobre as sessões de planetário. O objetivo é investigar as percepções da sessão, assim como, se atingem as expectativas do visitante.

Do ano internacional da Astronomia ao planetário da Unipampa: retrospectiva e perspectivas!resumo
Guilherme Frederico Marranghello, Cecília Petinga Irala, Rafael Kobata Kimura

O Planetário da Unipampa foi inaugurado no equinócio de primavera do ano de 2017, mas podemos encontrar sua origem no Ano Internacional da Astronomia, quando iniciou o projeto que daria origem ao Planetário. Em quase uma década, inúmeras atividades foram desenvolvidas para a promoção do Ensino e da Divulgação da Astronomia em Bagé e em toda a Região da Campanha. Neste trabalho, procuramos fazer uma reflexão crítica sobre as ações realizadas até o momento e, com base nesta análise, traçar novos desafios a serem vencidos nos próximos anos.

Planetário vai às escolas: astronomia e compromisso sócio culturalresumo
Loloano Claudionor da Silva, Paulo Henrique Colonese

Apesar da cidade do Rio de Janeiro contar com um número significativo de bens culturais, eles se distribuem de forma muito desigual nas suas diferentes regiões. Nesse sentido, é percebida a importância do desenvolvimento de ações itinerantes, por parte de museus e centros de ciência, de modo a atingir um público menos favorecido em termos do acesso a esses espaços, democratizando o mesmo. Tendo em vista esse panorama, o Museu Itinerante Ciência Móvel iniciou em 2017 o Planetário vai às Escolas, ação extramuros que apropria-se do potencial da astronomia para divulgar ciência, atuando principalmente em escolas da Zona Norte do Rio de Janeiro e visando a inclusão social através da integração científico-cultural das populações mais carentes.

Sessão astronomia indígena com Librasresumo
Diógenes Martins Pires, Bárbara Freitas Paglioto; Dinalva Andrade Martins

Este trabalho foi realizado por meio de pesquisa aplicada no Espaço do Conhecimento UFMG em Belo Horizonte. A partir do problema da falta de acessibilidade em Libras no planetário do centro cultural, este trabalho tem como objetivo descrever a produção e a repercussão da sessão Astronomia Indígena em Libras que conta, do ponto de vista do povo Guarani, a história das constelações e astros importantes. Em 2017, a sessão ganhou uma versão adaptada para a Libras e o processo de construção da sessão foi desenvolvido de forma a conjugar as duas formas de projeção que o planetário possui, digital e analógica. Tendo em vista garantir a acessibilidade ao público Surdo com uma sessão que também é acessível a todos.

Telescópios históricos em museus e centros de ciência: uma rede a ser construídaresumo
Alice Ribeiro, Patrícia Figueiró Spinelli

Desde 1985, o Museu de Astronomia e Ciências Afins realiza o Programa de Observação do Céu, que apresenta como diferencial a possibilidade do visitante observar o céu por meio de um instrumento científico histórico. Mas será que apenas o MAST realiza este tipo de atividade? Partindo deste questionamento, surgiu a pesquisa O Uso de Telescópios Históricos em Ações de Divulgação da Astronomia, que visa fazer um levantamento de instituições a nível mundial que utilizam instrumentos históricos em atividades de observação pública do céu. A pesquisa indica que o MAST não é um caso isolado: por meio de questionário online identificamos que existem mais de 70 instituições em todo o mundo que realizam este tipo de atividade. No presente trabalho, apresentaremos o panorama geral destas instituições, buscando perceber as semelhanças e diferenças entre suas atividades de observação pública do céu.

15H30 - 16H | Coffee break

Apresentação de pôsteres

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15H30 - 16H | Coffee break
Pôsters

Apresentação de pôsteres

Casa da Descoberta e a inclusão de pessoas com deficiência: construindo uma réplica acessível do experimento “Porquinho Virtual”resumo
Bruna Wendhausem Enne, Erica Cristina Nogueira; João Paulo Ferreira da Silva

Esta pesquisa aborda a questão da acessibilidade na Casa da Descoberta, avalia e identifica as obras inclusivas para as pessoas com deficiência visual disponíveis no espaço do museu. Este trabalho abordará o processo de estudo e confecção de uma réplica acessível para o público cego do experimento “Porquinho Virtual”, obra que aborda conceitos de óptica. Também apresentaremos algumas soluções encontradas para eliminar as barreiras comunicacionais enfrentadas pelos visitantes cegos e pelos mediadores durante o uso do equipamento. Concluímos que tornar o espaço do museu acessível para todos requer antes de tudo, uma conscientização dos monitores e a adaptação das obras da Casa da Descoberta. Dessa forma, uma acessibilidade atitudinal e comunicacional são os primeiros passos para que juntos possamos quebrar as barreiras do preconceito e estigmas sobre a inclusão.

Os afro-brasileiros no processo de construção e afirmação científica ao longo da históriaresumo
Carla Cristine Vidal de Sá, Carla Cristine Vidal de Sá; Vivian Caroline da Silva Pereira

A proposta é trazer uma reflexão sobre a história, social e cultural do Brasil valorizando aqueles que sempre foram descriminalizados dentro de sua história, que são os povos afro-brasileiros, enaltecendo o difícil cominho na construção do conhecimento, de cientistas negros que não são divulgados, desvalorizando e reduzindo a sua capacidade. Assim, essa proposta não é afrontar todas as outras raças que compõem a população brasileira e sim mostrar que existe a possibilidade do encontro a igualdade entre raças. Valorizando principalmente a raça negra a partir do levantamento de diversos afro-brasileiros cientistas que a própria história faz questão de esquece-lo, não os valorizando como um cidadão comum independente de sua cor e\ou raça que é decorrente de um processo histórico, colonial eurocentrista e explorador que trouxe características desiguais ao mundo.

Acessibilidade em lingua brasileira de sinais: uma experiência acessível em museu no Brasilresumo
Danilo José de Paula Filho, Dinalva Andrade Martins; Hélio Alves de Melo Neto

Esta pesquisa foi realizada por meio de pesquisa participante no projeto educativo do Centro Cultural Banco do Brasil em Belo Horizonte. Com o objetivo de analisar o diálogo entre um educador surdo e uma educadora intérprete no desenvolvimento de ações educativas para público surdo e ouvinte, contemplando não só a acessibilidade e fidelização do público surdo, como também a formação e educação do público ouvinte. Sendo assim apresentado um relato de experiência de preparação, produção e atuação em atividades acessíveis para público surdo no educativo do CCBB- BH no ano de 2017. A pesquisa foi desenvolvida com base nos estudos de Viviane Sarraf, Jorge Bondía e Romeu Sassaki.

Ambientes de ensino não formais: o Museu de Ciências da Univates através da percepção dos professores visitantesresumo
Luís Carlos Scherer, Priscilla Mena Zamberlan; Miriam Helena Kronhardt

Os museus são espaços de ensino não-formal valiosos. O presente estudo investiga as atividades desenvolvidas pelo Museu de Ciências da Universidade do Vale do Taquari - Univates. Sessenta professores que acompanharam alunos em visitas ao Museu entre abril de 2017 e maio de 2018 foram convidados a responder um questionário avaliativo online. Os participantes do estudo consideraram desde a relação das temáticas abordadas com o conteúdo escolar, os aspectos físicos e materiais do ambiente museal, os mediadores e sua atuação até o tempo de duração das atividades, de maneira positiva. Os professores que visitarem o Museu ao longo do ano de 2018 serão convidados a participar da pesquisa, visado aumentar o número de respondentes e possibilitar análises aprofundadas dos resultados, a fim de subsidiar a qualificação das ações da instituição.

Astroludens – crianças pequenas no Museu de Astronomia e Ciências Afinsresumo
Carina Nascimento d’ Ávila, Patrícia Figueiró Spinelli

“Astroludens” é um projeto de pesquisa e prática que vem se desenvolvendo há um ano na Coordenação de Educação em Ciências no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST - RJ) e que busca conhecer os usos de crianças pequenas (de 0 a 06 anos) no museu, reconhecendo, inclusive, sua produção científica. A pesquisa acontece através de conversas com as crianças e ensaios fotográficos que propiciam criações, estreitando novas relações entre prática e teoria. Nessa apresentação, vamos traçar os primeiros frutos da pesquisa que se organizam tanto em proposições teóricas quanto práticas (atividades realizadas e ensaio fotográfico). A proposta é também que o público presente possa contribuir com a pesquisa compartilhando suas experiências e perspectivas científicas.

Mediadores em museus de ciências: uma análise sobre a inserção de jovens nesses espaços científicos e a influência em sua formação como adultosresumo
Mariana de Souza Elysio, Luisa Massarani

Este estudo visa analisar em que medida trabalhar como mediador no no Museu da Vida (Fiocruz) pode influenciar a formação pessoal e profissional de jovens. Para isto, identificamos os jovens que atuaram, ou ainda atuam, há mais de 10 anos no museu. Os participantes responderam perguntas sobre características pessoais, sua experiência com mediação e seu impacto em sua formação como adulto. Obtivemos 52 respostas a uma enquete online. Quase metade dos responmdentes (44,9%) afirma ter mudado de carreira após atuar como mediador, permanencendo em áreas ligadas a museus ou educação não formal e 97,1% afirmaram que atuar como mediador mudou outros aspectos de sua vida, lhes atribuindo mais confiança e auto-estima, impactando sobre sua formação como adulto.

Satisfação e frustração na experiência do usuário em aplicativos de museus e centros de ciênciaresumo
Maycon Gomes Barbosa, Diego Vaz Beviláqua; Luiz Antonio Saboya

Museus e centros de ciência encontraram nas novas tecnologias maneiras de se reinventarem e proporem novas e melhores experiências para seus públicos, trazendo benefícios tanto para eles quanto para as instituições de ciência. Aplicativos de celular vêm se destacando cada vez mais em sua inserção em vários setores da sociedade, assim como nos museus e centros de ciências que têm aderido a esta tecnologia para melhorar a comunicação com os visitantes e possibilitar novas interações. O presente trabalho busca avaliar aplicativos para celular disponíveis em museus de ciência no Brasil e no exterior, identificando seus pontos fortes, que resultam na satisfação do usuário, e os pontos fraco, que acarretam na frustração do manuseio do mesmo, sendo classificados em escala, obtendo dados quantitativos para avaliar os aplicativos.

Itinerar é preciso: inovações do portfólio de exposições do Museu da Vidaresumo
Miliana C. S. Fernandes, Ana Carolina Gonzalez, Flávia Lima, Marta Fabíola Mayrink

O artigo discute a missão educativa dos museus e aborda os objetivos das exposições itinerantes como estratégias de popularização da ciência em regiões onde equipamentos de ciência, cultura e educação são pouco ofertados. Apresenta o Museu da Vida (MV), que conta com uma área de exposições itinerantes que atua no território nacional. A inovação proposta pelo setor em 2017, baseou-se na flexibilização do tempo e dos recursos empregados na realização de itinerâncias de exposições de pequeno porte. Este modelo, por apresentar contrapartidas mais simples para os parceiros, tornou-se ideal para ações em escolas e pequenos espaços culturais, como galerias e bibliotecas. A experiência inicial trouxe resultados positivos no relacionamento com as escolas e no alcance expressivo de público. Contudo, aponta desafios para a dinamização das visitas e para estudos sobre a percepção do público.

A inclusão social nos museus de ciências do Rio de Janeiro: como os museus estão se adaptando para receber os diversos tipos de públicosresumo
Raquel Barros, Carolina Chaves Peçanha

Objetivando avaliar a abrangência e a eficácia da inclusão social nos museus de ciências do Rio de Janeiro, por meio de audiências estimuladas, este projeto tem como proposta mostrar a importância da inclusão social e o empoderamento provocado por este tipo de audiência. A importância de estudar mais este tipo de público, faz-se necessário na implantação de novos projetos para atrair a população que se enquadra no perfil de visitante estimulado, tornando-os futuramente audiência espontânea. Para realização deste projeto, iniciaremos este trabalho com pesquisas bibliográficas sobre o assunto, em seguida selecionaremos três museus de ciências do Estado do Rio de Janeiro, para avaliar se estes trabalham a audiência estimulada e como é feito esse tipo de trabalho. Como resultado da execução deste projeto, se espera obter uma relevância na discussão sobre a questão da audiência estimulada.

E o Ciência Móvel chega onde nunca chegou: impulsionamento via rede social digitalresumo
Rodolfo de Oliveira Zimmer, Guilherme Zimmer, Ana Carolina Gonzalez, Luis Henrique Amorim, Renata Fontanetto, Paulo Henrique Colonese, Laís Viana, Aryanne Valenzuela

O trabalho dedica-se a discutir a eficácia de estratégias adotadas e aprimoradas ao longo dos anos para.a divulgação da abertura da agenda de viagens do Ciência Móvel/Museu da Vida/Fiocruz para possíveis parceiros. Parte das inquietações quanto ao seu papel de interiorizar ações de divulgação e popularização da ciência e o alcance deste museu itinerante. Enfatiza então o potencial de postagens impulsionadas em rede social digital - para perfis de interesse e abrangência geográfica bem delineados - em promover engajamento expressivo, constatado pelas ferramentas que acompanham o público interativo. Como resultado, em 2018, esta iniciativa propiciou a confirmação de viagens da unidade móvel para 11 municípios nunca antes visitados, bem como uma agenda de espera para este ano e o próximo com quase outras 70 cidades.

Experiências de divulgação científica na educação básica: uma proposta no ensino médio integradoresumo
Tatiana Henrique Brives de Oliveira, Jaqueline Silva da Fonseca

O presente trabalho apresenta as experiências obtidas a partir de ações educacionais voltadas para a divulgação científica desenvolvidas na Faetec Duque de Caxias- ETE Imbariê, no âmbito do curso técnico em Qualidade. Nossa proposta buscou aliar a produção de recursos pedagógicos nas disciplinas do curso técnico e a posterior divulgação dos produtos desenvolvidos em eventos científicos no Estado do Rio de Janeiro. Envolveu a interação e participação de professores e alunos tanto na elaboração da proposta na unidade escolar quanto na divulgação e apresentação nos eventos externos, através de etapas previamente definidas e construídas de forma colaborativa. Como resultados, consideramos que a inovação trazida pela possibilidade de participação de alunos de ensino médio profissional nestas ações contribui para a formação mais ampla e crítica dos discentes.

Museu, exposição e educação não formal: as visitas de estudantes nas pesquisas de pós-graduaçãoresumo
Thaynara Flôr Marques Conceição, Carla Gruzman

As exposições, as ações educativas e os diversos públicos, são elementos que constituem as práticas sociais dos museus e cada vez mais vem ganhando destaque nas investigações que buscam compreender o fenômeno educacional nessas instituições. No presente trabalho realizamos um estudo do tipo estado da arte com o objetivo de traçar um perfil das pesquisas que tem como objeto as visitas de estudantes a museus. Buscou-se mapear a produção científica na pós-graduação, levando-se em consideração as teses e dissertações defendidas no período de 2000 a 2017 no país. O corpus documental composto por um total de 38 trabalhos teve como foco de análise aspectos como: titulação, filiação, tipologia de museu, temáticas abordadas e nível de escolaridade dos estudantes. Os resultados preliminares permitiram identificar características e perceber as diversas formas de explorar o tema.

Envolvendo novos públicos em um museu de ciência sobre rodasresumo
Tânia Margarida Lima Costa

O Museu Itinerante Ponto UFMG é um museu interativo de ciência e tecnologia que, por ser construído em uma unidade móvel, pode visitar escolas e cidades de todo o país que geralmente não têm acesso a esse tipo de atividade. Devido à diversidade do público atingido pelo Museu, um dos maiores desafios enfrentados é o impacto sobre as comunidades visitadas. Propomos uma análise usando um grupo que visitou o museu. Um dos critérios definidos para a desses indivíduos é que são alunos do ensino fundamental. Esperamos entender como a resistência contra tópicos científicos influencia o processo de aprendizagem, e como um museu de ciências e seus recursos pedagógicos podem ajudar a diminuir esse desafio.

16H - 17H30

Mesa redonda "Os museus de ciência como espaço de inclusão social e empoderamento" no auditório do Museu do Amanhã

participantes
Coordenação:
Alessandro Franco Batista (Museu da Vida)
Participantes:
Viviane Sarraf (USP)
Márcia Chame (Fundação Museu do Homem Americano)/FIOCRUZ
Laura Taves (Museu do Amanhã)
18H - 21H

Noite com as estrelas no Planetário da Cidade ou Passeio Noturno no Jardim Botânico

14/09
9H - 10H30 | Auditório

Mesa redonda "Cidadania e engajamento com a ciência"

participantes
Coordenação:
Antônio Carlos Pavão (Espaço Ciência/SECT-PE)
Participantes:
Sarita Albagli (IBICT)
Tania Wilson (Manchester Science Festival-UK)
Mytse Andrade (Secretaria de Educação de Queimados)
10H30 - 11H | Coffee break

Apresentação de pôsteres

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10H30 - 11H | Coffee break
Pôsters

Apresentação de pôsteres

Música e contexto: uma experiência de mediação participativa na exposição Canção Amiga – Clube da Esquinaresumo
Amanda Ribeiro Marzano, Tamires Silveira, Mariane Barbosa, Natália Zeferino

O trabalho teve como motivação a diversificação das possibilidades de mediação na exposição temporária “Canção Amiga – Clube da Esquina”, que permaneceu em cartaz no Espaço do Conhecimento UFMG de julho a setembro de 2017. A exposição retrata a história e a essência do Clube da Esquina. Um dos seus módulos aborda, especificamente, a relação entre “utopia x realidade” e discorre sobre a ditadura militar e a participação dos membros do que ficou conhecido como Clube da Esquina nesse contexto, seus integrantes acreditavam nos seus sonhos como ferramenta de transformação de uma realidade imposta pela ditadura e, através de suas músicas, denunciaram a triste realidade vivida naquela época. A partir dessa constatação, tivemos a ideia de analisar junto com os visitantes algumas músicas do Clube que abordam esse contexto de ditadura com um olhar além do óbvio, como mais uma forma de mediação.

“Tem mais amanhã?”: Cineclube CEDERJ, divulgação científica e artesresumo
Caroline Alciones de Oliveira Leite

Esta comunicação analisa a atuação do Projeto Cineclube CEDERJ na região metropolitana da cidade do Rio de Janeiro e no interior do Estado do Rio de Janeiro a partir de uma perspectiva de humanização do ensino no contexto universitário e da divulgação científica através das artes. Recorremos às noções de educação do pedagogo e filósofo Paulo Freire, de educação dos sentidos do pedagogo e filósofo Rubem Alves, e de emancipação do espectador do filósofo Jacques Rancière, buscando compreender a relação entre artes, ciências e educação como contribuição para a emancipação do sujeito. Para tanto, observamos a atuação do Cineclube CEDERJ no Museu Ciência e Vida, em Duque de Caxias; no Espaço da Ciência de Paracambi; no Centro Cultural Theophilo Massad, em Angra dos Reis; no Polo CEDERJ de Educação à Distância – Piraí; e no Polo CEDERJ de Educação à Distância – São Gonçalo.

Praça da Ciência Itinerante: difusão e divulgação do ensino de ciênciasresumo
Célia Maria da Silva Santiago, Rosana Gomes Bernardo, Jessica Norberto Rocha, Sonia Simões Camanho

Por 25 anos, a Praça da Ciência Itinerante, programa de educação continuada e divulgação científica criado em 1993 pela FAPERJ e coordenado pela Fundação CECIERJ, tem contribuído na formação continuada de professores e alunos de curso de formação de professores em todo o estado do Rio de Janeiro. A partir de 2015, passamos a atuar junto com o centro de ciências itinerante, a Caravana da Ciência, na modalidade de exposição interativa voltada para alunos da Educação Básica, acompanhados de seus respectivos professores. As exposições interativas, sempre acompanhadas do planetário inflável, acontecem tendo como suporte kits experimentais e materiais construídos nas oficinas de formação de professores. É perceptível a importância dessas ações como instrumento para despertar o interesse pelo ensino de ciências tendo a proposta do lúdico como principal forma de interação.

O programa ECI itinerante na Baixada Fluminenseresumo
Chrystian Carletti, Guilherme Mendes Thomaz , Ludmila Nogueira da Silva

Os museus e centros de ciência podem atuar em parceria com as escolas. No entanto, muitas delas apresentam dificuldades em levar suas turmas para esses espaços. Nesse contexto, o Espaço Ciência InterAtiva do IFRJ oferece o Programa ECI Itinerante, atendendo, principalmente, os municípios da Baixada Fluminense e bairros adjacentes do município do Rio de Janeiro. No ano de 2017, realizamos 28 itinerâncias, atendendo diversas instituições. O ECI Itinerante atingiu, principalmente, um público com idade entre seis e 18 anos, totalizando 4833 pessoas atendidas. No ano de 2018 temos procurado ampliar o número de atendimentos realizados a fim de superar o público atendido em 2017.

10 anos da semana da água no Espaço Ciênciaresumo
Claudiane Ferreira dos Santos Rocha, Antonio Carlos Pavão, Aline Texeira de Souza, Roberta Cristiana da Silva, Fabiana do Carmo Santana

A Semana da Água é um evento envolvendo oficinas, apresentações culturais e atividades interativas que acontece anualmente no mês de março no Espaço Ciência em parceria com variadas intuições públicas e privadas. O objetivo é levar os visitantes a refletirem e tomarem uma posição crítica com relação à temática da água. Desde 2008, quando foi realizada pela primeira vez, mais de 40 mil pessoas já participaram das semanas da água. O presente trabalho relata algumas das experiências e atividades realizadas ao longo desse período.

A dor e a delícia de ser museu universitário de ciências no interiorresumo
Cristine Carole Muggler

O Brasil tem hoje 3814 museus, dos quais cerca de 300 são museus ou espaços de ciência em sentido amplo. Mesmo considerando que muitos destes espaços não estão oficialmente registrados, é fato que em um país de dimensões continentais, como o Brasil, estes números estão muito distantes do mínimo necessário e desejado. Museus do interior enfrentam desafios diversos que vão desde as dificuldades de acesso de seu público até a pouca relevância de seus números nas estatísticas. Nas universidades, enfrentam limitações relativas a recursos humanos e horários de funcionamento. Além disso, museus de ciência precisam se reinventar continuamente. Este trabalho apresenta a experiência do Museu de Ciências da Terra Alexis Dorofeef, museu universitário da cidade de Viçosa, Minas Gerais e demonstra o potencial e a importância dos museus no interior.

Divulgação científica em museus: discurso e práticaresumo
Daniel Maurício Viana de Souza, Diego Lemos Ribeiro; Marcelo Lopes Lima; Lisiane Gastal Pereira; Ellen de Souza Guilherme; Carolina Gomes Nogueira

Procura-se entender em que medida o discurso de promoção da ‘cultura científica’ se encontra efetivado na prática de divulgação da ciência operada em museus. As seguintes indagações se acercam à problemática fundamental: que critérios são considerados na seleção e composição dos elementos que subsidiam as linguagens info-comunicacionais das exposições museológicas sobre ciência e tecnologia? Em que medida seria possível assegurar que a divulgação científica em museus vem cumprindo seu objetivo assumido de promover um diálogo público e democrático, indo além da mera apresentação inócua e superficial sobre a ciência? Haveria um distanciamento entre discurso e prática, que poderia estar prejudicando não só o entendimento e a condução perspicaz das ações de comunicação pública da ciência e tecnologia, mas também, o próprio estabelecimento e consolidação de uma ‘cultura científica’?

Descrição dos dados textuais dos pareceres técnicos dos projetos aprovados para a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2008 a 2015.resumo
Emerson Joucoski, Rodrigo Arantes Reis, Renata Pires Martins

São apresentados alguns dados obtidos dos textos dos projetos aprovados, entre 2009 a 2015, da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). A SNCT é realizada em outubro sob a coordenação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e conta com a colaboração de secretarias estaduais e municipais, agências de fomento, espaços científico-culturais, instituições de ensino e pesquisa, sociedades científicas, escolas, órgãos governamentais, empresas de base tecnológica e entidades da sociedade civil. A análise compreendeu três fases: pré-análise, exploração do material e o tratamento dos resultados. Foram realizadas buscas no corpus composto por 231 projetos aprovados com o interesse de identificar os valores solicitados (pleiteados) pelos projetos e os valores aprovados, ou seja, os valores de custeio.

A vida está lá fora? Astrobiologia no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST)resumo
Iara Barbosa do Nascimento, Claudia Sá Rego Matos

O trabalho é um relato de experiência sobre a criação e a aplicação de visita orientada sobre Astrobiologia. A atividade realizou-se em maio de 2018 no Museu de Astronomia e Ciências Afins com público de visitação espontânea misto. A metodologia divide-se em: desenvolvimento de atividade e registro desta através de observação direta sistemática. A elaboração da visita baseia-se em: abordagem com mediação; desenvolvimentos de recursos didáticos; uso de experimentações; contextualização com História da Ciência. O registro sistematiza-se em tipos de relações estabelecidas pelos visitantes. Os resultados foram o desenvolvimento da atividade e o registro da vivência das mediadoras-autoras. Considera-se sobre manifestações dos visitantes: indução da ciência à complexificação, recursos didáticos promovem entendimento não verbalizado e humanização da ciência a partir da História da Ciência.

Perfil dos professores visitantes no FiBrA em 2017resumo
José Pedro Mansueto Serbena, Isabella Arving, Rosemeri Cruz Fagundes, Camila Silveira da Silva

O Projeto de Extensão universitária FiBrA– Física Brincando e Aprendendo é um Projeto vinculado ao Programa de Extensão Centro de Divulgação de Física, do Departamento de Física da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e tem como proposta oferecer aos visitantes um conjunto de experimentos demonstrativos da Física, abordando temas do conhecimento físico que fazem parte do cotidiano. As ações do Projeto são avaliadas através de uma ficha, preenchida pelo professor responsável da turma visitante e, através dela, é possível se ter uma ideia do impacto que as atividades desenvolvidas têm sobre a comunidade externa, assim como conhecer um pouco sobre o público visitante. Neste trabalho, são analisadas as fichas de avaliação do Projeto FiBrA do ano 2017, procurando-se correlacionar a formação do professor com a disciplina curricular da escola associada à visita.

Ciência em pauta: uma abordagem da Semana de Ciência e Tecnologia em diferentes unidades acadêmicas da UFBAresumo
Juliana Moacir Nascimento, Esdras Santana dos Santos, Alana Costa Dultra, Tiago Franca Paes

Em 2017, o Núcleo de Extensão do Instituto de Física da Universidade Federal da Bahia coordenou a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) cujo tema foi “A Matemática está em Tudo”. A SNCT na UFBA apresentou uma abordagem interdisciplinar do conhecimento científico, contribuindo para o estreitamento da relação entre Universidade e comunidade. O evento contou com a participação de dez escolas da rede pública de ensino de Salvador. Os estudantes e seus representantes docentes visitaram onze unidades acadêmicas da UFBA, das diferentes áreas do saber, que abordaram a temática central do evento sob diversos aspectos. O evento contou com atividades como: apresentações de palestras, demonstrações práticas de experimentos e visitação a laboratórios de pesquisa. Foi percebido que há um interesse dos estudantes em dialogar com a ciência, bem como compreender as suas aplicações no cotidiano.

Cálculo, construção e diversão, oficinas de Física itinerantesresumo
Leonardo dos Santos Vaz, Wesley Lima da Paz; André Silva Santos; José Levi Carmo dos Santos; Renato Quinto de Oliveira Novaes; George Kouzo Shinomiya

O presente trabalho busca aplicar modelos de oficinas compatíveis com a realidade dos projetos de divulgação cientifica Parque do conhecimento e Caminhão com Ciências da Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC, agregando elementos de TIC dentro da perspectiva de museus e centros de ciências e, sobretudo explanar sobre os trabalhos em desenvolvimento no ano de 2018, considerando duas propostas: “A Física na construção de foguetes” e “Elementos de Eletrônica” onde se objetiva a realização de oficinas de Física nas escolas do eixo Itabuna-ilhéus e exibições de modelos didáticos nas exposições do caminhão com ciências elencando a importância da eletrônica, e das tecnologias aeroespaciais no dia-dia.

Jogos sobre o tema “Àgua”resumo
Tereza Amorim Costa, Aline Pessoa, Laís Viana, Hilda Gomes, Ana Carolina Gonzalez, Paulo Colonese, Rodolfo Zimmer, Júnyor Palhares

Este relato de experiência aborda a concepção e o desenvolvimento de três jogos educativos sobre o tema “Água”. A fim de contemplar diversas faixas etárias e níveis de escolaridade, o tema foi explorado sob diferentes pontos de vista: 1. jogo Água é vida, introduz noções sobre as propriedades e usos da água para crianças do Ensino Fundamental I; 2. jogo Viagem pelo litoral, voltado para estudantes do Ensino Fundamental II, ressalta a importância do litoral brasileiro para o país; 3. jogo Biodetetives, que simula investigações de desastres ambientais, concebido para adolescentes e adultos a partir do Ensino Médio. Após a elaboração dos conteúdos, protótipos foram testados com os mediadores do projeto Ciência Móvel/Museu da Vida (Fiocruz) e, posteriormente, incorporados ao acervo de atividades desse museu itinerante.

11H - 12H30 | Auditório

Apresentações orais Tema "Museus, escolas e formação de professores"

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11H - 12H30 | Auditório
Sessão Oral

Apresentações orais Tema "Museus, escolas e formação de professores"

Coordenação: Elói Teixeira (UFJF)
A participação de alunos de graduação por EAD do Consórcio Cederj na mediação do Museu Ciência e Vidaresumo
Mônica Santos Dahmouche, Simone Pinheiro Pinto, Gabriela Abrantes Jardim

O papel dos museus na formação de professores vem sendo amplamente estudado. Esse estudo passa pela mediação e pela sua presença na interlocução com o público visitante. Nesse trabalho pretendemos estudar a influência da vivência como mediador na prática educativa do professor formado pelos cursos de licenciatura oferecidos no âmbito do Consórcio Cederj. Do universo de 157 mediadores que já atuaram no Museu Ciência e Vida, 23 são alunos desses cursos e compõem o corpus da pesquisa, cuja primeira etapa consistiu da identificação desses alunos quanto aos cursos e polos aos quais eles estão associados. No segundo momento, esses mediadores serão entrevistados para investigar de que forma sua atuação como mediador influenciou sua prática pedagógica ou a mudança no olhar para a prática de ensino.

Discurso expositivo e formação de professores. Sobre o que falam os licenciandos em visita a museus de ciência?resumo
Carla Gruzman, Ana Carolina de Souza Gonzalez; Ozias de Jesus Soares; Simone Rocha Salomão; Marise Basso Amaral; Carolina Marques Ramos de Moraes; Marcus Soares; Bianca Reis

No intuito de investigar como estudantes de licenciatura se apropriam do discurso expositivo e produzem sentidos por meio de objetos, foram acompanhadas visitas de licenciandos em Ciências Biológicas da Universidade Federal Fluminense a exposições do Museu da Vida/Fiocruz e do Museu Nacional/UFRJ. Inspirados na proposta intitulada thinking aloud (pensando em voz alta), 18 voluntários foram motivados a registrar suas percepções em áudio ao longo da visita, especialmente em locais definidos como “pontos de parada”. A análise baseou-se nos estudos da linguagem, com foco nos enunciados dos sujeitos, e permitiu identificar sete núcleos de sentidos que emergem dessas interações. A adoção de uma perspectiva discursiva, aliada à habilidade de descrever, refletir e atribuir valores, trazem importantes elementos para se pensar a formação docente em espaços de cultura científica como os museus.

Educação museal e a formação de professores: ensaios com licenciados no contexto do Museu do Homem Americanoresumo
Itamar Soares Oliveira, Martha Marandino

O Museu do Homem Americano, localizado no sudoeste do Piauí, abriga exposições que expressam vestígios orgânicos, paleontológicos, cerâmicos e líticos. Neste contexto foi desenvolvido um trabalho com licenciandos em Ciências da Natureza da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF) com o objetivo de promover atividades práticas com vistas para a educação museal e suas relações com a formação de professores. Os 5 grupos de estudantes desenvolveram atividades envolvendo públicos distintos, cujas temáticas dialogavam com a exposição do museu. As atividades contribuíram para refletir sobre essas ações educativas e suas perspectivas contributivas para distintas aprendizagens e para a construção da cidadania do público envolvido, para o desenvolvimento social e cultural da localidade e para a formação dos professores.

Formação de professores em espaços não formais de educação: relato de experiência das atividades realizadas no EMCCF/UFRJresumo
Karina Siciliano Oliva Saraiva, Érika Negreiros,Gabriella da Silva Mendes , Pedro Henrique Bonini da Silva,Thais Patricia Mancilio da Silva

O Espaço Memorial Carlos Chagas Filho (EMCCF), localizado no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF) na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), fundado no ano 2000, é um museu de História da Ciência que atua com o objetivo de preservar a memória do Instituto de Biofísica bem como promover a divulgação científica. Além de receber grupos escolares, a equipe de mediadores do Espaço planeja atividades específicas para cada grupo de visitantes. No caso desse trabalho, o objetivo é descrever os desafios e algumas experiências realizadas junto aos professores e licenciados por meio de formação profissional. O projeto “Meninas na Ciência -UFRJ” representa uma ressignificação das atividades e teve início no ano de 2018 permitindo a discussão da temática de gênero no campo da ciência e tecnologia como forma de intensificar ainda mais a popularização da ciência.

Horta na escola: uma experiência do Museu do Amanhã com a Escola Municipal Herbert Mosesresumo
Karen Pinto da Silva

O presente projeto destaca como a educação ambiental pode ser inserida na escola e trabalhada de forma interdisciplinar, buscando contextualizar com a realidade local, tendo como objetivo proporcionar aos alunos uma experimentação manual, reflexão sobre o ciclo de vida, composição do solo, noções de agroecologia, adubação verde, hortas urbanas, reciclagem, a fim de produzir alimentos orgânicos em espaços urbanos, retratando e analisando a inserção da educação ambiental, utilizando a horta como instrumento para integrar várias áreas do conhecimento e resultando no aprendizado contextualizado e na formação de cidadãos conscientes, sustentáveis e críticos com as questões ambientais.

Os museus e a sua representatividade pela mídia-educação em sala de aularesumo
Aline Silva Dejosi Nery , Willian Alves Pereira

A quantidade centros e museus de ciências têm aumentado nos últimos anos, sendo sua maioria localizados nos grandes centros urbanos, o que torna difícil o acesso a quem reside em periferias. Para isso foi realizado a exibição do filme “Uma Noite No Museu I” com estudantes do ensino fundamental de uma escola municipal localizada em um bairro periférico da cidade do Rio de Janeiro. Foi passado o filme inteiro, sem interrupções e após, um grupo focal questionando e discutindo alguns pontos abordados pelo filme. Percebemos que a forma museológica junto ao ensino são cúmplices no processo de formação dos alunos como um sujeito crítico, além de oportunizar compreensão relacionadas as disciplinas. As dimensões trabalhadas nos museus levam estudantes a uma reação motivacional, além de aguçar o interesse e a curiosidade aos alunos a realizarem visitas, com novas possibilidades de compreensão.

11H - 12H30 | Observatório

Apresentações orais Tema "Ciência itinerante"

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11H - 12H30 | Observatório
Sessão Oral

Apresentações orais Tema "Ciência itinerante"

Coordenação: Jéssica Norberto Rocha (Fundação CECIERJ)
Ciência Móvel: todo cientista tem que ir onde o povo está!resumo
Antonio José Silva Oliveira

Compromisso social, interiorização e itinerância: a singularidade do Museu da Vidaresumo
Ana Carolina de Souza Gonzalez, Loloano Claudionor, Sérgio Damico, Maria Cristina Guimarães

Museus e centros de ciência desenvolvem ações extramuros como forma de ampliar suas fronteiras de atuação e alcançar populações negligenciadas. O Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz assumiu o desafio de contribuir para inclusão social a partir da interiorização de ações de divulgação e popularização da ciência. O modelo de itinerância desenvolvido e aprimorado ao longo do tempo deu origem a um trabalho hoje consolidado que é responsável por cerca de 70% de todo o público presencial recebido pelo Museu da Vida desde sua criação. Este resultado nos alerta para a importância de olhar de forma estratégica para as atividades itinerantes, tendo em vista seu potencial de levar a instituição cada vez mais longe enquanto propicia a abertura de um amplo diálogo com a sociedade.

Programa luminar: caravana da ciência – relato de experiência da popularização e ensino de ciência no Maranhãoresumo
Antônio de Jesus dos Santos Fernandes Júnior , Anna Paula Araújo Pereira; Jhonatan Uelson Pereira Sousa de Almada; Pedro Igor Nascimento da Silva

O programa “Luminar: caravana da ciência” foi criado e fomentado pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Maranhão (SECTI) e objetivou a popularização e difusão da ciência para crianças e jovens maranhenses da Educação Básica da rede pública de ensino. Foram ofertadas oficinas de Astronomia, Robótica, Games, Eletricidade Básica e apresentações do Planetário Móvel. As escolas que sediaram o programa foram selecionadas a partir da publicação de edital contendo normas e os procedimentos para realização das inscrições. Ao todo, foram contemplados 23 municípios que corresponderam a um número de 16.000 estudantes da Educação Básica partícipes.

Projeto Muditinerante: o museu vai até você!resumo
Vinícius Silva Guizellini, Ana Paula Vidotti, Sônia Trannin de Mello, Débora de Mello Gonçales Sant'Ana, Célia Regina de Godoy Gomes

O projeto itinerante do Museu Dinâmico Interdisciplinar (MUDI) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) soma, em seus 13 anos de atividades, mais de 100 ações que alcançaram um público de 467.007 pessoas. Através destas atividades realiza a popularização do conhecimento científico e a divulgação científica para comunidades que por inúmeros motivos não tem acesso a ele, consistindo em um importante meio de divulgação do MUDI e colaborando para socializar os conhecimentos científicos e tecnológicos, ao mesmo tempo em que fortalece as relações entre comunidade acadêmica e a comunidade geral.

Relato de experiência em divulgação e popularização da ciência, o caso do expresso da ciência do Museu da Vida (COC – FIOCRUZ)resumo
Renata de Oliveira

O presente artigo tem por objetivo apresentar o Expresso da Ciência do Museu da Vida – COC – FIOCRUZ (MV), discorrendo brevemente sobre a sua finalidade e contribuição para o processo de popularização da ciência a partir dos resultados dos anos de 2015 a 2017. Acreditamos que a divulgação e popularização da ciência destacam-se como ferramentas de grande relevância para contribuir com a redução das desigualdades por meio de ações de inclusão social em museus de ciências.

A importância do Caminhão com Ciência como projeto de divulgação científica no sul da Bahiaresumo
Laís Santos Pereira, José Levi Silva Carmo dos Santos; Neurivaldo José de Guzzi Filho

O Caminhão com Ciência é um projeto de divulgação científica da Universidade Estadual de Santa Cruz, instituição de ensino superior do sul da Bahia. O Caminhão realiza exposições itinerantes nas várias cidades da região de abrangência, procurando levar o conhecimento básico de várias vertentes das ciências exatas, biológicas e da natureza à um público que tem difícil acesso ao conhecimento científico e assim poder despertar um pouco de curiosidade científica por onde passa. Desde que iniciou suas atividades em 2005, já atendeu aproximadamente 80.000 pessoas dos mais variados perfis. As atividades apresentadas nas exposições do “Caminhão” foram elaboradas pensando em contemplar tanto a parte visual, com experimentos de efeito, com materiais de baixo custo e de fácil reprodutibilidade pelo visitante.

Ciência Móvel: do litoral ao sertãoresumo
Roberta Cristina da Silva, Antonio Carlos Pavão; Fabiana Coelho de Souza Leão

Resumo Em 1996 foi realizada a primeira ação do Ciência Móvel, um programa itinerante de divulgação científica do Espaço Ciência, o ativo museu de ciência de Pernambuco. Do litoral ao sertão, já realizou mais de um milhão de atendimentos, a maioria estudantes, mas também pessoas de diferentes formações. Já percorreu 146 dos 185 municípios do Estado, promovendo atividades em diversas instituições públicas ou privadas. Dessa forma, o Ciência Móvel trabalha para divulgar o conhecimento e estimular a produção de ciência e tecnologia entre pessoas que, muitas vezes, têm acesso limitado a outras fontes de formação e informação. Atualmente equipado com van + reboque, participa de eventos estaduais e nacionais: Reunião Anual da SBPC, SNCT, Ciência Jovem, MILSETBrasil, entre outros.

12H30 - 14H

Almoço

14H - 15H30 | Auditório

Apresentações orais Tema "Estudos de público"

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14H - 15H30 | Auditório
Sessão Oral

Apresentações orais Tema "Estudos de público"

Coordenação: Sibele Cazelli (MAST)
A educação museal online praticada na Seção de Assistência ao Ensino (SAE) do Museu Nacional/UFRJresumo
Frieda Maria Marti, Aline Miranda, Andréa Costa, Igor Rodrigues

O Museu Nacional (MN) é aqui compreendido como uma rede educativa e espaço plural e multirreferencial de comunicação e de aprendizagem, permeado por uma diversidade de linguagens, produções e experiências de vida, onde conhecimentossignificações diversos são tecidos dentrofora de seus muros físicos. Diante desse contexto, a Seção de Assistência ao Ensino (SAE) vem desenvolvendo uma série de ações educativas online, fazendo uso das potencialidades do digital em rede, com o objetivo de alcançar públicos diversos e com eles dialogar e produzir coletivamente conhecimentossignficações sobre a ciência praticada no/com o museu por meio de suas exposições e coleções. Utilizamos para tal as redes sociais Facebook, Instagram e o Blog da SAE. Serão apresentadas as ações “Palpos de aranha”, mediação museal online assíncrona #vamosconversar e a live no facebook, assim como a produção de memes no MN.

A política de gratuidade do Museu Nacional e seus efeitos sobre o perfil de seu público de visitação espontânearesumo
Andrea Fernandes Costa, Victor Lisbôa da Fonseca Santos

Diante de um cenário nacional e local que se caracteriza pela baixa frequência das camadas populares a museus e centros de ciência e tecnologia, o presente estudo se propôs a investigar os possíveis efeitos da política de gratuidade implementada no Museu Nacional sobre o perfil de seu público de visitação espontânea, por meio da comparação entre os resultados obtidos por estudos de público realizados pelo Observatório de Museus e Centros de Ciência e Tecnologia – OMCC&T realizados em 2013 e em 2017-18, período de vigência da política. Em 2013, o público era composto, em sua maioria, por pessoas com alta escolaridade, brancas e de renda média, enquanto em 2017, o público beneficiado pela gratuidade era composto por uma maioria de pretos e pardos com baixa renda. Concluímos que a política promoveu a diversificação do público, atraindo segmentos que não se que não se apropriam do MN.

Estudo de impacto do Museu da Vida: uma análise preliminarresumo
Diego Vaz Bevilaqua, Ana Carolina de Souza Gonzalez; Loloano Claudionor da Silva; Sonia Maria Filgueira Mano; Vanessa Fernandes Guimarães

Este trabalho visa apresentar pesquisa conduzida pelo Museu da Vida para conhecer o impacto de suas ações sobre sua região de influência. A partir do protocolo internacional estabelecido por John H. Falk e aplicado em 13 países, foram coletados questionários de mais de 1200 pessoas nas ruas de acordo com uma amostragem estratificada. O objetivo do estudo é correlacionar hábitos culturais e dados socio-econômicos com interesse, entendimento, curiosidade e engajamento em atividades relacionadas à ciência e tecnologia. Nessa apresentação serão divulgados dados preliminares do estudo, destacando os principais resultados do trabalho.

Os visitantes de cinco museus de ciência da cidade do Rio de Janeiro: um estudo longitudinalresumo
Sonia Maria Figueira Mano, Sibele Cazelli; Andréa Fernandes Costa; Vanessa Fernandes Guimarães; Monica Damouche; José Sergio Damico; Loloano Claudionor da Silva; Carmen Silvia de Lemos Menezes Machado; Wailã de Souza Cruz

O Observatório de Museus e Centros de Ciência Tecnologia (OMCC&T) é uma rede de instituições museais do Rio de Janeiro que realizam colaborativamente um estudo longitudinal sobre o seu público de visitação espontânea. Os dados resultantes das rodadas da pesquisa, realizadas em 2005, 2009 e 2013 são apresentados neste trabalho, consolidando informações fornecidas por 6154 visitantes espontâneos, maiores de 15 anos, do Museu Aeroespacial, Museu da Vida, Museu de Astronomia e Ciências Afins, Museu do Universo/Fundação Planetário e Museu Nacional. A pesquisa foi realizada por meio de um questionário composto por 31 questões distribuídas em blocos que versam sobre o perfil, os antecedentes, as circunstâncias da visita, bem como acerca do conhecimento e da opinião sobre os museus visitados e os hábitos de visitas a instituições culturais por parte da audiência espontânea dos museus citados.

Pesquisa de público no Centro de Memória da Medicinaresumo
Flavia Maria Skau de Souza, Ethel Mizhary Cuperschmid

O Centro de Memória da Faculdade de Medicina foi criado em, 1977, formalizado em 12 de junho de 1979, e seu Regimento Interno foi aprovado pela Resolução 03 de 13 de dezembro de 2005 da Faculdade de Medicina. É um órgão complementar da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, subordinado à Diretoria da Faculdade de Medicina. O Centro de Memória da Medicina é um museu cientifico que salvaguarda o patrimônio cultural da ciência e tecnologia, sua coleção é composta por diversos documentos e objetos relacionados à pratica e ao conhecimento científico na área da saúde que preserva, conserva, estuda, expõe e divulga o patrimônio universitário médico para fins de pesquisa, contemplação, estudo e turismo. Seu acervo é institucional proveniente da Faculdade, de doações vindas de hospitais, ex-alunos, dentre outros, constituindo assim: um conjunto tridimensional, audiovisual

Sistemas em rede para melhoria do relacionamento dos visitantes com os museus de ciências: o projeto Mais Museuresumo
Luciana Conrado Martins, Djana Contier Fares; Maria Paula Correia de Souza, Bruno Favaretto, Renato Silva de Almeida Prado

O trabalho apresenta os resultados da pesquisa que levaram à criação da Plataforma Mais Museu. Parte-se da premissa que os museus e centros de ciências são espaços educacionalmente relevantes para a formação científica e cultural. Entretanto, os museus têm dificuldades em otimizar a relação com seus públicos, seja por falta de profissionais qualificados, seja por não coletarem e sistematizarem dados sobre os visitantes. A investigação teve como objetivo a criação de uma solução tecnológica que desse conta da superação desses desafios. Os dados levantados, foram a base para o desenvolvimento de um protótipo de sistema de agendamento online que possibilita a coleta de dados. Essas informações permitirão aos museus identificar o perfil e saber mais sobre as expectativas e necessidades de seus visitantes, otimizando e melhorando o relacionamento desses espaços com seus públicos.

14H - 15H30 | Observatório

Apresentações orais Tema "Ações de divulgação científica"

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14H - 15H30 | Observatório
Sessão Oral

Apresentações orais Tema "Ações de divulgação científica"

Coordenação: Antônio Oliveira (UFMA)
As ações territorializadas do Museu da Vida e o processo de divulgação e popularização da ciência em territórios socialmente vulnerabilizadosresumo
Priscilla Abrantes da Silva

A realização desta escrita, motivou-se a partir das atividades realizadas pela linha de trabalho “Ações Territorializadas”, instituída em 2015 no Museu da Vida - FIOCRUZ, localizado no campus de Manguinhos, na zona norte do Rio de Janeiro. O presente relato buscou apresentar brevemente a finalidade e a importância de tal linha para os processos de divulgação e popularização da ciência e inclusão social de museus com foco em territórios socialmente vulnerabilizados. Para tal, foi realizada uma breve investigação de caráter exploratório e qualitativo, tendo como aporte metodológico a análise e a observação participante das dinâmicas empreendidas por tal segmento do serviço de visitação e atendimento ao público do Museu da Vida.

Blog de divulgação científica como atividade de extensão universitária para popularização da ciênciaresumo
Adriana Pugliese, Maria Isabel Delcolli, Vanessa do Carmo, Filipe da Silva Santos

Este trabalho consiste em relatar a experiência de um blog de divulgação científica que tem como objetivo difundir, a diferentes públicos, teses, dissertações, projetos e afins, desenvolvidos na Universidade Federal do ABC (UFABC) ou em outras instituições, constituindo-se como um espaço para que professores, pesquisadores, alunos e demais interessados divulguem suas iniciativas de popularização da ciência.

Bombeando conhecimento: uso de modelos didáticos na construção do conhecimento sobre sangueresumo
Ana Lucia de Oliveira Carvalho, Uri Duarte de Oliveira Ramos, Letícia de Ignácio Gouvêa, Russolina Benedeta Zingali, Eleonora Kurtenbach

LADIF: a Física do cotidianoresumo
Elis Helena de Campos Pinto Sinnecker, Paulo Roberto Linhares Carvalho; Miriam Mendes Gandelman

O ensino formal de física tem um baixo índice de aproveitamento em todos os níveis de educação (fundamental, médio e universitário). Alternativas para aumentar o índice de aproveitamento dos alunos passam pela criação de espaços de educação informal que estimulem o interesse dos visitantes pela física, a produção de material de divulgação científica de qualidade e a formação de professores com capacidade de criar experimentos para contextualizar o ensino de física. O LADIF - Laboratório Didático do Instituto de Física da UFRJ - tem como finalidade atender parte desta demanda, oferecendo um espaço de aprendizagem informal e interativo, que conta com um acervo de 150 experimentos, vários dos quais pensados e elaborados por professores do IF. Nesse trabalho vamos expor estatísticas de visita, detalhar o método de trabalho e alguns experimentos desenvolvidos.

Luz, Câmera, Sombra – revelando a fotografia. Um projeto para além do alcance da luz!resumo
Simone Pinheiro Pinto, Nathaly Barboza de Brito; Nayara Marcelle Rodrigues Farias; Liliana Coutinho; Monica Dahmouche

O projeto Luz, Câmera, Sombra - revelando a fotografia foi desenvolvido no Museu Ciência e Vida em duas frentes de ações no âmbito da Chamada TIM/CNPq em comemorações ao ano internacional da Luz. Neste trabalho discorremos sobre o desenvolvimento de oito atividades, divididas em duas faixas etárias: de 4 a 6 anos, para educação infantil e 1ª série do ensino fundamental I, e de 7 a 10 anos abrangendo da 2ª à 4ª série do ensino fundamental I. Para tanto utilizamos o modelo de Óptica Geométrica que descreve o comportamento da Luz em três princípios básicos: Princípio da propagação retilínea, Princípio da independência dos raios de luz e Princípio da reversibilidade de raios. Ao longo de 2017 foram realizadas 59 oficinas para o público do projeto, totalizando 2.209 alunos de escolas públicas da Baixada Fluminense.

Museu din mico interdisciplinar como espaço de popularização do conhecimento e divulgação científicaresumo
Vinícius Silva Guizellini, Ana Paula Vidotti, Débora de Mello Gonçales Sant'Ana, Sônia Trannin de Mello, Marcilio Hubner de Miranda Neto, Josiane Medeiros de Mello

O Museu Dinâmico Interdisciplinar (MUDI) realiza ações de divulgação e popularização da ciência em diferentes áreas do conhecimento há mais de 33 anos por meio de visitas, palestras, cursos, programas de rádio, publicação de livros e artigos, espetáculos teatrais e musicais e eventos itinerantes. Nos dois últimos anos o público atingido com essas diversas ações realizadas chegou a 659.255 pessoas. Uma das principais ações do MUDI é o atendimento a visitantes em sua sede que nesse período totalizou 36.417 pessoas em visitas agendadas e 4.506 na visitação sem agendamento prévio, o que evidencia a importância do MUDI para o cenário da divulgação científica, educação não formal e atividades extensionistas.

Aedes em Foco – relato e reflexões sobre um conjunto de atividades de divulgação cientifica no Espaço Ciência Vivaresumo
Tânia Goldbach, Rubem Figueira, Clara Luíza Rulff da Costa, Ana Luiza de Oliveira Nascimento, Aryel Ferraz, Gabriele Sthel, Thais Junger, Pedro Lagerblad de Oliveira, Eleonora Kutenbach, Ana Caroline Gandara

O presente trabalho é um relato das experiências ocorridas ao longo de 2016 e 2017 no Espaço Ciência Viva envolvendo as atividades de divulgação científica sobre a temática “Aedes e cia”, dinamizadas nos eventos denominados “Sábados da Ciência”(SDC) onde o assunto foi integrado ao tema específico do mês. Para a análise, foram estabelecidas categorias para classificação das atividades e foram levantados outros parâmetros, como: presença de convidados externos, diferentes temáticas dos SDC, com a finalidade de explorar a diversidade de elementos que compõe as atividades de divulgação científica do ECV.

15H30 - 16H | Coffee break

Apresentação de pôsteres

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15H30 - 16H | Coffee break
Pôsters

Apresentação de pôsteres

Música e contexto: uma experiência de mediação participativa na exposição Canção Amiga – Clube da Esquinaresumo
Amanda Ribeiro Marzano, Tamires Silveira, Mariane Barbosa, Natália Zeferino

O trabalho teve como motivação a diversificação das possibilidades de mediação na exposição temporária “Canção Amiga – Clube da Esquina”, que permaneceu em cartaz no Espaço do Conhecimento UFMG de julho a setembro de 2017. A exposição retrata a história e a essência do Clube da Esquina. Um dos seus módulos aborda, especificamente, a relação entre “utopia x realidade” e discorre sobre a ditadura militar e a participação dos membros do que ficou conhecido como Clube da Esquina nesse contexto, seus integrantes acreditavam nos seus sonhos como ferramenta de transformação de uma realidade imposta pela ditadura e, através de suas músicas, denunciaram a triste realidade vivida naquela época. A partir dessa constatação, tivemos a ideia de analisar junto com os visitantes algumas músicas do Clube que abordam esse contexto de ditadura com um olhar além do óbvio, como mais uma forma de mediação.

“Tem mais amanhã?”: Cineclube CEDERJ, divulgação científica e artesresumo
Caroline Alciones de Oliveira Leite

Esta comunicação analisa a atuação do Projeto Cineclube CEDERJ na região metropolitana da cidade do Rio de Janeiro e no interior do Estado do Rio de Janeiro a partir de uma perspectiva de humanização do ensino no contexto universitário e da divulgação científica através das artes. Recorremos às noções de educação do pedagogo e filósofo Paulo Freire, de educação dos sentidos do pedagogo e filósofo Rubem Alves, e de emancipação do espectador do filósofo Jacques Rancière, buscando compreender a relação entre artes, ciências e educação como contribuição para a emancipação do sujeito. Para tanto, observamos a atuação do Cineclube CEDERJ no Museu Ciência e Vida, em Duque de Caxias; no Espaço da Ciência de Paracambi; no Centro Cultural Theophilo Massad, em Angra dos Reis; no Polo CEDERJ de Educação à Distância – Piraí; e no Polo CEDERJ de Educação à Distância – São Gonçalo.

Praça da Ciência Itinerante: difusão e divulgação do ensino de ciênciasresumo
Célia Maria da Silva Santiago, Rosana Gomes Bernardo, Jessica Norberto Rocha, Sonia Simões Camanho

Por 25 anos, a Praça da Ciência Itinerante, programa de educação continuada e divulgação científica criado em 1993 pela FAPERJ e coordenado pela Fundação CECIERJ, tem contribuído na formação continuada de professores e alunos de curso de formação de professores em todo o estado do Rio de Janeiro. A partir de 2015, passamos a atuar junto com o centro de ciências itinerante, a Caravana da Ciência, na modalidade de exposição interativa voltada para alunos da Educação Básica, acompanhados de seus respectivos professores. As exposições interativas, sempre acompanhadas do planetário inflável, acontecem tendo como suporte kits experimentais e materiais construídos nas oficinas de formação de professores. É perceptível a importância dessas ações como instrumento para despertar o interesse pelo ensino de ciências tendo a proposta do lúdico como principal forma de interação.

O programa ECI itinerante na Baixada Fluminenseresumo
Chrystian Carletti, Guilherme Mendes Thomaz , Ludmila Nogueira da Silva

Os museus e centros de ciência podem atuar em parceria com as escolas. No entanto, muitas delas apresentam dificuldades em levar suas turmas para esses espaços. Nesse contexto, o Espaço Ciência InterAtiva do IFRJ oferece o Programa ECI Itinerante, atendendo, principalmente, os municípios da Baixada Fluminense e bairros adjacentes do município do Rio de Janeiro. No ano de 2017, realizamos 28 itinerâncias, atendendo diversas instituições. O ECI Itinerante atingiu, principalmente, um público com idade entre seis e 18 anos, totalizando 4833 pessoas atendidas. No ano de 2018 temos procurado ampliar o número de atendimentos realizados a fim de superar o público atendido em 2017.

10 anos da semana da água no Espaço Ciênciaresumo
Claudiane Ferreira dos Santos Rocha, Antonio Carlos Pavão, Aline Texeira de Souza, Roberta Cristiana da Silva, Fabiana do Carmo Santana

A Semana da Água é um evento envolvendo oficinas, apresentações culturais e atividades interativas que acontece anualmente no mês de março no Espaço Ciência em parceria com variadas intuições públicas e privadas. O objetivo é levar os visitantes a refletirem e tomarem uma posição crítica com relação à temática da água. Desde 2008, quando foi realizada pela primeira vez, mais de 40 mil pessoas já participaram das semanas da água. O presente trabalho relata algumas das experiências e atividades realizadas ao longo desse período.

A dor e a delícia de ser museu universitário de ciências no interiorresumo
Cristine Carole Muggler

O Brasil tem hoje 3814 museus, dos quais cerca de 300 são museus ou espaços de ciência em sentido amplo. Mesmo considerando que muitos destes espaços não estão oficialmente registrados, é fato que em um país de dimensões continentais, como o Brasil, estes números estão muito distantes do mínimo necessário e desejado. Museus do interior enfrentam desafios diversos que vão desde as dificuldades de acesso de seu público até a pouca relevância de seus números nas estatísticas. Nas universidades, enfrentam limitações relativas a recursos humanos e horários de funcionamento. Além disso, museus de ciência precisam se reinventar continuamente. Este trabalho apresenta a experiência do Museu de Ciências da Terra Alexis Dorofeef, museu universitário da cidade de Viçosa, Minas Gerais e demonstra o potencial e a importância dos museus no interior.

Divulgação científica em museus: discurso e práticaresumo
Daniel Maurício Viana de Souza, Diego Lemos Ribeiro; Marcelo Lopes Lima; Lisiane Gastal Pereira; Ellen de Souza Guilherme; Carolina Gomes Nogueira

Procura-se entender em que medida o discurso de promoção da ‘cultura científica’ se encontra efetivado na prática de divulgação da ciência operada em museus. As seguintes indagações se acercam à problemática fundamental: que critérios são considerados na seleção e composição dos elementos que subsidiam as linguagens info-comunicacionais das exposições museológicas sobre ciência e tecnologia? Em que medida seria possível assegurar que a divulgação científica em museus vem cumprindo seu objetivo assumido de promover um diálogo público e democrático, indo além da mera apresentação inócua e superficial sobre a ciência? Haveria um distanciamento entre discurso e prática, que poderia estar prejudicando não só o entendimento e a condução perspicaz das ações de comunicação pública da ciência e tecnologia, mas também, o próprio estabelecimento e consolidação de uma ‘cultura científica’?

Descrição dos dados textuais dos pareceres técnicos dos projetos aprovados para a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2008 a 2015.resumo
Emerson Joucoski, Rodrigo Arantes Reis, Renata Pires Martins

São apresentados alguns dados obtidos dos textos dos projetos aprovados, entre 2009 a 2015, da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). A SNCT é realizada em outubro sob a coordenação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e conta com a colaboração de secretarias estaduais e municipais, agências de fomento, espaços científico-culturais, instituições de ensino e pesquisa, sociedades científicas, escolas, órgãos governamentais, empresas de base tecnológica e entidades da sociedade civil. A análise compreendeu três fases: pré-análise, exploração do material e o tratamento dos resultados. Foram realizadas buscas no corpus composto por 231 projetos aprovados com o interesse de identificar os valores solicitados (pleiteados) pelos projetos e os valores aprovados, ou seja, os valores de custeio.

A vida está lá fora? Astrobiologia no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST)resumo
Iara Barbosa do Nascimento, Claudia Sá Rego Matos

O trabalho é um relato de experiência sobre a criação e a aplicação de visita orientada sobre Astrobiologia. A atividade realizou-se em maio de 2018 no Museu de Astronomia e Ciências Afins com público de visitação espontânea misto. A metodologia divide-se em: desenvolvimento de atividade e registro desta através de observação direta sistemática. A elaboração da visita baseia-se em: abordagem com mediação; desenvolvimentos de recursos didáticos; uso de experimentações; contextualização com História da Ciência. O registro sistematiza-se em tipos de relações estabelecidas pelos visitantes. Os resultados foram o desenvolvimento da atividade e o registro da vivência das mediadoras-autoras. Considera-se sobre manifestações dos visitantes: indução da ciência à complexificação, recursos didáticos promovem entendimento não verbalizado e humanização da ciência a partir da História da Ciência.

Perfil dos professores visitantes no FiBrA em 2017resumo
José Pedro Mansueto Serbena, Isabella Arving, Rosemeri Cruz Fagundes, Camila Silveira da Silva

O Projeto de Extensão universitária FiBrA– Física Brincando e Aprendendo é um Projeto vinculado ao Programa de Extensão Centro de Divulgação de Física, do Departamento de Física da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e tem como proposta oferecer aos visitantes um conjunto de experimentos demonstrativos da Física, abordando temas do conhecimento físico que fazem parte do cotidiano. As ações do Projeto são avaliadas através de uma ficha, preenchida pelo professor responsável da turma visitante e, através dela, é possível se ter uma ideia do impacto que as atividades desenvolvidas têm sobre a comunidade externa, assim como conhecer um pouco sobre o público visitante. Neste trabalho, são analisadas as fichas de avaliação do Projeto FiBrA do ano 2017, procurando-se correlacionar a formação do professor com a disciplina curricular da escola associada à visita.

Ciência em pauta: uma abordagem da Semana de Ciência e Tecnologia em diferentes unidades acadêmicas da UFBAresumo
Juliana Moacir Nascimento, Esdras Santana dos Santos, Alana Costa Dultra, Tiago Franca Paes

Em 2017, o Núcleo de Extensão do Instituto de Física da Universidade Federal da Bahia coordenou a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) cujo tema foi “A Matemática está em Tudo”. A SNCT na UFBA apresentou uma abordagem interdisciplinar do conhecimento científico, contribuindo para o estreitamento da relação entre Universidade e comunidade. O evento contou com a participação de dez escolas da rede pública de ensino de Salvador. Os estudantes e seus representantes docentes visitaram onze unidades acadêmicas da UFBA, das diferentes áreas do saber, que abordaram a temática central do evento sob diversos aspectos. O evento contou com atividades como: apresentações de palestras, demonstrações práticas de experimentos e visitação a laboratórios de pesquisa. Foi percebido que há um interesse dos estudantes em dialogar com a ciência, bem como compreender as suas aplicações no cotidiano.

Cálculo, construção e diversão, oficinas de Física itinerantesresumo
Leonardo dos Santos Vaz, Wesley Lima da Paz; André Silva Santos; José Levi Carmo dos Santos; Renato Quinto de Oliveira Novaes; George Kouzo Shinomiya

O presente trabalho busca aplicar modelos de oficinas compatíveis com a realidade dos projetos de divulgação cientifica Parque do conhecimento e Caminhão com Ciências da Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC, agregando elementos de TIC dentro da perspectiva de museus e centros de ciências e, sobretudo explanar sobre os trabalhos em desenvolvimento no ano de 2018, considerando duas propostas: “A Física na construção de foguetes” e “Elementos de Eletrônica” onde se objetiva a realização de oficinas de Física nas escolas do eixo Itabuna-ilhéus e exibições de modelos didáticos nas exposições do caminhão com ciências elencando a importância da eletrônica, e das tecnologias aeroespaciais no dia-dia.

Jogos sobre o tema “Àgua”resumo
Tereza Amorim Costa, Aline Pessoa, Laís Viana, Hilda Gomes, Ana Carolina Gonzalez, Paulo Colonese, Rodolfo Zimmer, Júnyor Palhares

Este relato de experiência aborda a concepção e o desenvolvimento de três jogos educativos sobre o tema “Água”. A fim de contemplar diversas faixas etárias e níveis de escolaridade, o tema foi explorado sob diferentes pontos de vista: 1. jogo Água é vida, introduz noções sobre as propriedades e usos da água para crianças do Ensino Fundamental I; 2. jogo Viagem pelo litoral, voltado para estudantes do Ensino Fundamental II, ressalta a importância do litoral brasileiro para o país; 3. jogo Biodetetives, que simula investigações de desastres ambientais, concebido para adolescentes e adultos a partir do Ensino Médio. Após a elaboração dos conteúdos, protótipos foram testados com os mediadores do projeto Ciência Móvel/Museu da Vida (Fiocruz) e, posteriormente, incorporados ao acervo de atividades desse museu itinerante.

16H - 17H30 | Auditório

Sessão plenária "Desafios, reflexões e perspectivas para a divulgação científica"

participantes
Coordenação:
José Ribamar Ferreira (ABCMC)
Participantes:
Martha Cambre (RedPop)
Douglas Falcão (MAST)
Diego Bevilaqua (Museu da Vida)
17H30 - 17H40

Encerramento

15/09
10H30 - 17H30 | Visitas técnicas

Museu Ciência e Vida ou Museu da Vida e Museu da Maré ou Museu de Astronomia e Ciências Afins

Programação científica

Veja as orientações para apresentadores e apresentadoras de trabalhos em sessões orais.

Os tripés para sustentação dos pôsteres estarão disponíveis próximos à área de coffee break para exibição. Veja, abaixo, orientações para confecção dos pôsteres. Note que a colocação do selo do Encontro é desejável, mas não obrigatória:

Orientações gerais para confecção de pôsteres

Modelo de selo do Encontro para pôsteres

Oficinas

As oficinas ocorrerão na segunda-feira, 10/09, durante todo o dia, e são de responsabilidade das instituições parceiras. Veja abaixo os detalhes sobre cada uma:

Acessibilidade em museus e centros de ciências (saiba mais)
Organizadores: Centro de Educação a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação
CECIERJ), Museu da Geodiversidade, Museu Nacional e Museu de Ciências da Terra
Local: Museu da Geodiversidade da UFRJ (Avenida Athos da Silveira Ramos, 274 – Ilha do
Fundão, Rio de Janeiro)

Coleções e Museus Universitários (saiba mais)
Organizador:
Casa da Ciência
Local: Casa da Ciência – Rua Lauro Müller, 3 – Botafogo, Rio de Janeiro – RJ

Práticas educativas inovadoras (saiba mais)
Organizador: Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST)
Local: Museu de Astronomia e Ciências Afins (Rua General Bruce, 586 – Bairro Imperial de São
Cristóvão, Rio de Janeiro)

Captação de recursos e sustentabilidade financeira (saiba mais)
Organizador: Museu da Vida
Local: Museu da Vida (Avenida Brasil, 4365 – Manguinhos, Rio de Janeiro)

Educação ambiental em museus de ciências (saiba mais)
Organizador: Museu do Meio Ambiente / Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Local: Museu do Meio Ambiente (Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro)

Divulgação de ciências para o público infantil (saiba mais)
Organizador: Fundação Planetário do Rio de Janeiro
Local: Planetário do Rio de Janeiro (Rua Vice-Governador Rúbens Berardo, 100 – Gávea, Rio de
Janeiro)

Programação cultural

Para a programação cultural, estão previstas atividades para estender a conversa ao fim da tarde.

Confira:

13/09 – Noite com as estrelas no Planetário da Cidade e Passeio Noturno pelo Jardim Botânico (participantes deverão optar por um ou outro)

14/09 – Happy hour na Pedra do Sal e arredores

Visitas técnicas

As visitas técnicas a centros e museus de ciência do Rio de Janeiro acontecerão em dois momentos: na terça-feira, dia 11/09 pela manhã, e no sábado dia 15/09 durante todo o dia. Há visitas a instituições individuais e há combinação de duas instituições em uma mesma visita.

As visitas serão feitas mediante inscrição prévia – todos/as os inscritos com pagamento efetuado receberam um e-mail com o formulário para preencher e têm até dia 05/09 para enviar o formulário com a(s) visita(s) escolhida(s).

As visitações, por data e instituição, estão assim organizadas:

DIA 11/09 – TERÇA-FEIRA

EXPOSIÇÃO QUEERMUSEU: CARTOGRAFIA DA DIFERENÇA NA ARTE BRASILEIRA
11:00 Início da visita
Ao chegar à Escola de Artes Visuais (EAV) no Parque Lage, os participantes deverão se dirigir às Cavalariças e procurar pela educadora Agrippina, que fará a visita com o grupo (duração média: 45 minutos).

TRILHA PARA O PÃO DE AÇÚCAR E VISITA AO MUSEU DE CIÊNCIAS DA TERRA
8:00 Encontro na Praia Vermelha, em frente ao Círculo Militar.
8:20 Início da trilha do Morro da Urca e Pão de Açúcar (geoturismo, paisagem cultural, patrimônio).
Duração aproximada: 40 minutos
10:30 Visita mediada ao Museu de Ciências da Terra
12:00 Almoço no restaurante da CPRM ou no Círculo Militar

VISITA TÉCNICA AO AQUARIO
8:30 Encontro no AquaRio
A visita durará 2 horas e constará de visita mediada ao circuito expositivo com a exposição ainda fechada para o público geral, seguida de uma visita aos bastidores. (limite: 45 pessoas)

 

DIA 15/09 – SÁBADO

MUSEU CIÊNCIA E VIDA
9:00 Encontro em frente ao Hotel Windsor Florida (estação Catete do metrô)
9:15 Saída do ônibus
10:00 às 10:45 Sessão de planetário
10:45 às 12:20 Visita às exposições do Museu Ciência e Vida
13:00 Retorno para Hotel Windsor Florida (estação Catete do metrô)
O Museu Ciência e Vida, localizado no centro do município de Duque de Caxias, é o maior e mais recente espaço de ciência e cultura da Baixada Fluminense. Nessa visita especial, vocês poderão visitar e interagir com a exposição Movimentese! A física dos esportes, sobre esportes sob a ótica das Leis de Newton, e a instalação Universo das Medições, que aborda as medidas que fazem parte do nosso cotidiano.

MUSEU DE ASTRONOMIA E CIÊNCIAS AFINS
13:15 Encontro em frente ao Hotel Windsor Florida (estação Catete do metrô)
13:30 Saída do ônibus
14:00 às 17:00 visita ao Museu de Astronomia e Ciências Afins
17:30 Retorno para o Hotel Windsor Florida
A visita incluirá o campus e as exposições. Após, será realizada uma oficina com os Experimentos didáticos para empréstimo do Setor de Assistência ao Ensino do Museu Nacional. Essa coleção foi uma das poucas que não foram afetadas pelo incêndio

MUSEU DA VIDA E MUSEU DA MARÉ
9:10 Encontro em frente ao Hotel Windsor Florida (estação Catete do metrô)
9:30 Saída do ônibus
10:00 às 11:30 Visita ao Museu da Vida
11H30 às 12H Deslocamento para ao Museu da Maré
12:00 às 13:00 Visita ao Museu da Maré
13:30 Retorno para Hotel Windsor Florida (estação Catete do metrô)
A visita ao Museu da Vida consistirá do Castelo Mourisco(Símbolo da Fiocruz), prédio centenário tombado pelo IPHAN com salas expositivas sobre  Oswaldo Cruz e Carlos Chagas; o Parque da Ciência que tem como tema central “energia, comunicação e organização da vida” com aparatos interativos e experimentos em bancadas; o Ciência em Cena, que trabalha a relação da “ciência e arte” por meio do laboratório de percepção e de peças teatrais; e o Borboletário, único em funcionamento na cidade do Rio de Janeiro, com 4 espécies diferentes de borboletas originárias da Mata Atlântica.

O Museu da Maré fica localizado na favela da Maré e foi criado e gerido por moradores da comunidade. A visita incluirá a exposição de longa duração, que está organizada em 12 módulos chamados de tempos: água, casa, migração, resistência, trabalho, festa, feira, fé, cotidiano, criança, medo e futuro.